Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

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Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

#1 Mensagem por VMNV » terça jul 01, 2014 7:01 am

Vamos dar inicio ao concurso para eleger a Nota do Mês de Julho - Tema: Ex-colónias nacionais/estrangeiras

Aqui ficam as regras do concurso:

1ª Os foristas interessados em concorrer à eleição da Nota do Mês, só podem colocar uma nota, respeitando o tema mensal até ao dia 21 - 24:00h desse mês, a partir daqui o tópico é considerado encerrado passando à fase de eleição por todos os foristas que assim o entenderem, que terminará às 24 horas do último dia do mês.

2ª O número máximo necessário para se realizar e eleição é de 9 (nove) e o mínimo de 6 (seis) notas. Caso o número máximo não seja atingido no prazo estipulado, esse será alargado por mais 48 horas, ou seja até às 24 horas do dia 23. Se mesmo assim não for atingido o numero máximo, será feita a eleição com o numero mínimo de notas. Se não for alcançado o mínimo ficará sem efeito.

3ª A colocação da nota, consiste só unicamente de uma foto de cada face da respectiva nota acompanhada de alguns dados como valor facial, ano, etc...
Pede-se também, se possível, que as notas concorrentes sejam acompanhadas de um texto informativo. Há alguns temas em que essa informação será importante. (Personalidades, por exemplo)

4ª É permitida a colocação de um conjunto de notas, desde que tenham uma relação entre si, tornando-se uma mais valia na apresentação.

5ª Cada forista concorrente não pode votar na sua própria nota. Contudo se não participar na votação, terá uma penalização equivalente à média da pontuação obtida na sua nota (exemplo: se recebeu 45 pontos de 9 foristas, será penalizado em 45 a dividir por 9, que serão 5 pontos).

6ª Os “ juízes” além da sua pontuação, podem deixar um comentário, por exemplo: O motivo do seu voto. Cada forista deverá pontuar 8 (oito) e 5 (cinco) notas, dos seguintes modos:

Número máximo 9 (nove):

10 Pontos
8 Pontos
6 Pontos
5 Pontos
4 Pontos
3 Pontos
2 Pontos
1 Ponto

Numero mínimo 6 (seis):

5 Pontos
4 Pontos
3 Pontos
2 Pontos
1 Ponto

Vencerá a nota que reunir mais pontos à hora do fecho das votações (24 horas do último dia do mês do concurso).

Para facilitar a votação, será atribuído um número de ordem a cada nota, pelo que irá ser publicada logo no dia 22 ou 24, uma lista com as notas concorrentes.

7ª Em caso de empate pontual, será considerado vencedor aquele que tiver:

a) Mais pontuações de 10 pontos
b) Mais pontuações de 8 pontos
c) Mais pontuações de 6 pontos

8ª Os 3 primeiros classificados, passarão a figurar na galeria das notas vencedoras, em tópico existente para esse efeito.

9ª As notas expostas, não podem concorrer mais nenhuma vez durante esse ano, podendo concorrer no ano seguinte, excepto as 12 vencedoras dos anos anteriores. As 12 primeiras (uma de cada mês) concorre à nota do ano, em Janeiro do ano seguinte, em simultâneo com a desse mês, mas num post à parte.

Está aberto o concurso!
Boa sorte a todos :thumbupleft:



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Re: Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

#2 Mensagem por VMNV » quarta jul 02, 2014 11:44 pm

Polinésia francesa » 500 Francs 1992

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tm1950
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Re: Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

#3 Mensagem por tm1950 » sábado jul 19, 2014 3:47 pm

Portugal - Índia - 20 rupias 1938

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Indy
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Re: Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

#4 Mensagem por Indy » sábado jul 19, 2014 6:47 pm

A minha participação para a Nota do Mês de Julho (2014) - Tema: Ex-Colónias Nacionais / Estrangeiras - vai para uma notas de 2 500 Reis, de S. Tomé e Príncipe, datada de 1 de Março de 1909, com a sobrecarga, a vermelho «Pagável na Filial de Loanda», para circular em Angola.

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valdemar1959
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Re: Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

#5 Mensagem por valdemar1959 » domingo jul 20, 2014 11:19 am

500 Escudos datados 29/06/1971. Efígie Infante D. Henrique
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500 Escudos datados 29/06/1971. Efígie Infante D. Henrique ( Espécime )
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500 Escudos datados 29/06/1971. Efígie Infante D. Henrique ( Espécime Prova de Cor )
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..............................Infante D. Henrique
...............Imagem

O Infante Dom Henrique de Avis, 1.º duque de Viseu e 1.º senhor da Covilhã (Porto, 4 de Março de 1394 – Sagres, 13 de Novembro de 1460)1 , foi um infante português e a mais importante figura do início da era das descobertas, popularmente conhecido como Infante de Sagres ou O Navegador.

Biografia

Infante D. Henrique nasceu numa quarta-feira de cinzas, dia então considerado pouco propício ao nascimento de uma crianca. Era o quinto filho de João I de Portugal, fundador da Dinastia de Avis, e de Dona Filipa de Lencastre.

Foi batizado alguns dias depois do seu nascimento, tendo sido o seu padrinho o bispo de Viseu. Os seus pais deram-lhe o nome Henrique possivelmente em honra do seu tio materno, o duque Henrique de Lencastre (futuro Henrique IV de Inglaterra).

Pouco se sabe sobre a vida do infante até aos seus catorze anos. Tanto ele como os seus irmãos (a chamada Ínclita geração) tiveram como aio um cavaleiro da Ordem de Avis.

Em 1414, convenceu seu pai a montar a campanha para a conquista de Ceuta, na costa norte-africana junto ao estreito de Gibraltar. A cidade foi conquistada em Agosto de 1415, assegurando ao reino de Portugal o controlo das rotas marítimas de comércio entre o Atlântico e o Levante. Na ocasião foi armado cavaleiro e recebeu os títulos de Senhor da Covilhã e duque de Viseu.

A 18 de Fevereiro de 1416, foi encarregado do governo de Ceuta. Cabia-lhe organizar, no reino, a manutenção daquela praça-forte em Marrocos.

Em 1418, regressou a Ceuta na companhia de D. João, seu irmão mais novo. Os infantes comandavam uma expedição de socorro à cidade, que sofreu nesse ano o primeiro grande cerco, imposto conjuntamente pelas forças dos reis de Fez e de Granada. O cerco foi levantado, e D. Henrique tentou de imediato atacar Gibraltar, mas o mau tempo impediu-o de desembarcar: manifestava-se assim uma vez mais a temeridade e fervor antimuçulmano do Infante. Ao regressar a Ceuta recebeu ordens de seu pai para não prosseguir tal empreendimento, pelo que retornou para o reino nos primeiros meses de 1419. Aprestou por esta época uma armada de corso, que atuava no estreito de Gibraltar a partir de Ceuta. Dispunha assim de mais uma fonte de rendimentos e, desse modo, muitos dos seus homens habituaram-se à vida no mar. Mais tarde, alguns deles seriam utilizados nas viagens dos Descobrimentos.


Entre 1419 e 1420 alguns dos seus escudeiros, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, desembarcaram nas ilhas do arquipélago da Madeira, que já eram conhecidas por navegadores portugueses desde o século anterior. As ilhas revelaram-se de grande importância, vindo a produzir grandes quantidades de cereais, minimizando a escassez que afligia Portugal. O arquipélago foi doado a D. Henrique por Duarte I de Portugal, sucessor de D. João I, em 1433.

Em 25 de Maio de 1420, D. Henrique foi nomeado Grão-Mestre da Ordem de Cristo (titular em Portugal do património da Ordem dos Templários), cargo que deteve até ao fim da vida. No que concerne ao seu interesse na exploração do oceano Atlântico, o cargo e os recursos da ordem foram decisivos ao longo da década de 1440.

Em 1427, os seus navegadores descobriram as primeiras ilhas dos Açores (possivelmente Gonçalo Velho). Também estas ilhas desabitadas foram depois povoadas pelos portugueses.
Brasão de armas de D. Henrique.

Até à época do Infante D. Henrique, o cabo Bojador era para os europeus o ponto conhecido mais meridional na costa de África. Gil Eanes, que comandou uma das expedições, foi o primeiro a ultrapassá-lo (1434), eliminando os medos então vigentes quanto ao desconhecido que para lá do cabo se encontraria.

Aquando da morte de D. João I, o seu filho mais velho (e irmão de D. Henrique), D. Duarte subiu ao trono, e entregou a este um quinto de todos os proveitos comerciais com as zonas descobertas bem como o direito de explorar além do cabo Bojador.

O reinado de D. Duarte durou apenas cinco anos, após o qual, D. Henrique apoiou o seu irmão D. Pedro na regência, durante a menoridade do sobrinho D. Afonso V, recebendo em troca a confirmação do seu privilégio. Procedeu também, durante a regência, ao povoamento dos Açores.

Com um novo tipo de embarcação, a caravela, as expedições adquiriram um grande impulso. O cabo Branco foi atingido em 1441 por Nuno Tristão e Antão Gonçalves. A Baía de Arguim em 1443, com consequente construção de uma feitoria em 1448.

Dinis Dias chegou ao rio Senegal e dobrou o Cabo Verde em 1444. A Guiné foi visitada. Assim, os limites a sul do grande deserto do Saara foram ultrapassados. A partir daí, D. Henrique cumpriu um dos seus objectivos: desviar as rotas do comércio do Saara e aceder às riquezas na África Meridional. Em 1452 a chegada de ouro era em suficiente quantidade para que se cunhassem os primeiros cruzados nesse metal.
Cruz de Cristo, símbolo que identificou, dentre outros, as naus portuguesas durante os descobrimentos.

Entre 1444 e 1446, cerca de quarenta embarcações partiram de Lagos. Na década de 1450 descobriu-se o arquipélago de Cabo Verde. Data dessa época a encomenda de um mapa-múndi do Velho Mundo a Fra Mauro, um monge veneziano.

Em 1460, a costa estava já explorada até ao que é hoje a Serra Leoa.

Entretanto, D. Henrique estava também ocupado com assuntos internos do Reino. Julga-se ter patrocinado a criação, na Universidade de Coimbra, de uma cátedra de astronomia.

Foi também um dos principais organizadores da conquista de Tânger em 1437, que se revelou um grande fracasso, já que o seu irmão mais novo, D. Fernando (o Infante Santo) foi capturado e ali mantido prisioneiro durante 11 anos, até falecer. A sua reputação militar sofreu um revés e os seus últimos anos de vida foram dedicados à política e à exploração.

Deixou como seu principal herdeiro o seu sobrinho, em bens, cargos e títulos, o segundo filho de seu irmão o rei D. Duarte já falecido, o Infante D. Fernando, duque de Beja, e que a partir dessa altura passa a ser Duque de Viseu tal como ele e a dirigir os Descobrimentos portugueses para o Reino de Portugal tal como o seu tio.

Origem: Wikipédia
Valdemar Pereira

As minhas Vendas! viewtopic.php?f=25&t=117756

SANCHO
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Re: Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

#6 Mensagem por SANCHO » domingo jul 20, 2014 11:23 pm

Guiné Portuguesa 500$00 1964

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ortizlx
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Re: Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

#7 Mensagem por ortizlx » segunda jul 21, 2014 7:44 am

aqui vai a minha muito dificil, e bonita nota



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Paulo Mateus
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Re: Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

#8 Mensagem por Paulo Mateus » segunda jul 21, 2014 3:40 pm

Apresento para vossa apreciação, umas notas que muito aprecio, desde a melhor até a em pior dos estados.
Última edição por Paulo Mateus em sábado abr 01, 2017 9:34 pm, editado 1 vez no total.
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Paulo Mateus

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Re: Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

#9 Mensagem por VMNV » terça jul 22, 2014 7:38 am

1.VMNV - Polinésia francesa » 500 Francs 1992
2.tm1950 - Portugal - Índia 20 rupias 1938
3.Indy - 2 500 Reis,S. Tomé e Príncipe,1909
4.valdemar1959 - 500 Escudos datados 29/06/1971
5.SANCHO - Guiné Portuguesa 500$00 1964
6.ortizlx - Moçambique 20.000 Reis 1909
7.Paulo Mateus - Cabo Verde 5 Escudos 1945

Está aberta a votação!

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Re: Nota do Mês de Julho-Ex-colónias nacionais/estrangeiras

#10 Mensagem por VMNV » terça jul 22, 2014 5:18 pm

1.VMNV - Polinésia francesa » 500 Francs 1992
2.tm1950 - Portugal - Índia 20 rupias 1938 - 4 Pontos
3.Indy - 2 500 Reis,S. Tomé e Príncipe,1909 - 1 Ponto
4.valdemar1959 - 500 Escudos datados 29/06/1971 - 5 Pontos
5.SANCHO - Guiné Portuguesa 500$00 1964 - 2 Pontos
6.ortizlx - Moçambique 20.000 Reis 1909
7.Paulo Mateus - Cabo Verde 5 Escudos 1945 - 3 Pontos

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