Por esta ordem de importância destaco:
1.
Conhecimento. É fundamental sabermos "olhar" para uma nota:
1.1. - avaliar o seu estado de conservação:
viewtopic.php?f=32&t=1182381.2. - identificar os vincos e o seu grau de gravidade e caracterizar as sujidades.
1.3. avaliar o estado do papel: elasticidade, brilho, cores da impressão, relevo calcográfico.
1.4. - verificar se foi mexida; se tem restauros e qual a sua extensão; se foi prensada; se alvo de agressões com produtos de limpeza, ou de borrachas.
1.5. - saber manusear e guardar as notas o melhor possível.
2.
Identificar o âmbito da colecção. Devemos ter uma ideia daquilo que vamos colecionar. Notas há muitas e é impossível tê-las todas. Julgo que é preferível definirmos os limites da nossa colecção, o mais cedo possível.
Em relação às questões colocadas:
1. Cada tipo de nota tem os seus elementos de segurança e devemos conhecê-los.
2. Uma nota Nova pode ter ligeiríssimas mazelas, o tal canto batido é uma delas. Vinco central é que não pode ter, mesmo que muito suave. Algumas empresas de certificação consideram 11 graus de UNC.
3. Uma nota, como qualquer bem, terá tendência para se valorizar comercialmente. Mas, o mercado é que vai decidir como cada uma se valoriza, em cada momento. É possível que as notas emitidas recentemente, especialmente de moedas fracas, se possam desvalorizar nos anos mais próximos porque o colecionador pagou também pela novidade.
4. Coisas a fazer: aprender, aprender e aprender.
Coisas a não fazer: tratar mal as notas.
5. A valorização depende de vários factores, desde logo o estado de conservação, seguido de séries e numerações especiais.