Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

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VMNV
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Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

#1 Mensagem por VMNV » quinta mar 01, 2012 10:46 am

Vamos dar inicio ao concurso da Nota do Mês de Março-Tema: Notas de Cultura, Artes e Ciências

Aqui ficam as regras do concurso:

1ª Os foristas interessados em concorrer à eleição da Nota do Mês, só podem colocar uma nota, respeitando o tema mensal até ao dia 21 - 24:00h desse mês, a partir daqui o tópico é considerado encerrado passando à fase de eleição por todos os foristas que assim o entenderem, que terminará às 24 horas do último dia do mês.

2ª O número mínimo necessário para se realizar e eleição é de 9 (nove) notas. Caso esse número não seja atingido no prazo estipulado, esse será alargado por mais 48 horas, ou seja até às 24 horas do dia 23. Se mesmo assim não for atingido o mínimo, a eleição ficará sem efeito.

3ª A colocação da nota, consiste só unicamente de uma foto de cada face da respectiva nota acompanhada de alguns dados como valor facial, ano, etc...
Pede-se também, se possível, que as notas concorrentes sejam acompanhadas de um texto informativo. Há algunss temas em que essa informação será importante. (Personalidades, por exemplo)

4ª É permitida a colocação de um conjunto de notas, desde que tenham uma relação entre si, tornando-se uma mais valia na apresentação.

5ª Cada forista concorrente não pode votar na sua própria nota. Contudo se não participar na votação, terá uma penalização equivalente à média da pontuação obtida na sua nota (exemplo: se recebeu 45 pontos de 9 foristas, será penalizado em 45 a dividir por 9, que serão 5 pontos).

6ª Os “juizes” além da sua pontuação, podem deixar um comentário, por exemplo: O motivo do seu voto. Cada forista deverá pontuar 8 (oito) notas, do seguinte modo:

10 Pontos
8 Pontos
6 Pontos
5 Pontos
4 Pontos
3 Pontos
2 Pontos
1 Ponto

Vencerá a nota que reunir mais pontos à hora do fecho das votações (24 horas do último dia do mês do concurso).

Para facilitar a votação, será atribuído um número de ordem a cada nota, pelo que irá ser publicada logo no dia 22 ou 24, uma lista com as notas concorrentes.

7ª Em caso de empate pontual, será considerado vencedor aquele que tiver:

a) Mais pontuações de 10 pontos
b) Mais pontuações de 8 pontos
c) Mais pontuações de 6 pontos

8ª Os 3 primeiros classificados, passarão a figurar na galeria das notas vencedoras, em tópico existente para esse efeito.

9ª As notas expostas, não podem concorrer mais nenhuma vez durante esse ano, podendo concorrer no ano seguinte, excepto as 12 vencedoras dos anos anteriores. As 12 primeiras (uma de cada mês) concorre à nota do ano, em Janeiro do ano seguinte, em simultâneo com a desse mês, mas num post à parte.

Está aberto o concurso!
Boa sorte a todos :thumbupleft:



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Re: Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

#2 Mensagem por VMNV » sexta mar 02, 2012 6:37 pm

5000 Zlotych 1988 Pick#150c

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Anverso:Frédéric Chopin
Reverso:Partitura da música "Polonaise"

Frédéric Chopin
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Frédéric François Chopin também chamado Fryderyk Franciszek Chopin (Żelazowa Wola, 1 de Março de 1810 — Paris, 17 de Outubro de 1849) foi um pianista polaco e compositor para piano da era romântica. É amplamente conhecido como um dos maiores compositores para piano e um dos pianistas mais importantes da história. Sua técnica refinada e sua elaboração harmônica vêm sendo comparadas historicamente com as de outros gênios da música, como Mozart e Beethoven, assim como sua duradoura influência na música até os dias de hoje.

Preâmbulo

Fryderyk Franciszek Chopin ou Szopen (nome em polaco), em francês Frédéric François Chopin (AFI: /ʃɔpɛ̃/) nasceu na aldeia de Żelazowa Wola, Ducado de Varsóvia, filho de mãe polonesa e pai francês-expatriado. Aclamado em sua terra natal como uma criança prodígio, aos vinte anos Chopin deixou a Polônia para sempre. Em Paris, fez carreira como intérprete, professor e compositor, e adotou a versão francesa dada a seus nomes, Frédéric-François.[carece de fontes] De 1837 a 1847 teve uma relação turbulenta com a escritora francesa George Sand (pseudônimo de Amantine Aurore Lucile Dupin). Sempre com a saúde frágil, morreu em Paris aos 39 anos, vítima de tuberculose.
Toda a obra existente de Chopin inclui o piano assumindo algum papel (predominantemente como um instrumento solo), e suas composições são amplamente consideradas como repertório essencial para este instrumento. Na maioria das vezes sua música é tecnicamente exigente, mas seu estilo, no geral, enfatiza mais a dança e a profundidade expressiva do que o virtuosismo técnico.
Ele inovou com novas formas musicais, como a balada, e introduziu significantes inovações nas formas existentes, como a piano sonata, a valsa, o noturno, o estudo, o improviso e o prelúdio. Alguns citam suas obras como "os principais pilares" do romantismo na música erudita do século XIX. Além disso, Chopin mostrou-se nacionalista mesclando sua música com elementos eslavos; hoje suas mazurcas e polonesas são fundamentais para a música clássica nacional polonesa.

Polonesa
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Partitura autografada de Frédéric Chopin de sua polonesa Op. 53 em La bemol para piano, de 1842.

A polonesa ( do francês polonaise, em polonês: polonez, chodzony; em italiano: polacca) é uma dança em 3/4, relativamente lenta, originada na Polônia. A notação alla polacca numa partitura, indica que a peça deve ser tocada com o rítmo e a característica de uma polonesa (por exemplo, o Rondó do Concerto Tríplice Op. 56 de Beethoven tem essa orientação).
Antes de Frédéric Chopin, a polonesa tinha um ritmo bastante próximo da polska dança sueca, escrita em semicolcheias e as duas danças têm uma origem comum, já que o trono real da Polônia durante muitos anos foi ocupado pelo rei sueco Sigsmund III Waza. Com Chopin, e a partir dele, a polonesa adquiriu um estilo bastante pomposo e foi com esta roupagem que se tornou muito popular na música clássica de vários países.
Um excelente exemplo de polonesa, é a bem conhecida Polonaise Heróica, em Lá bemol maior, Op. 53 de Chopin. Uma obra prima com exigências virtuosísticas excepcionais, cujo padrão de perfeição só pode ser alcançado por aqueles com profundo domínio da técnica. Chopin compôs esta polonesa como a concretização do sonho de uma Polônia poderosa, vitoriosa e próspera.
A polonesa é uma dança bastante difundida nas festas de carnaval. Há, também, uma canção alemã chamada "Polonäse Blankenese" de Gottlieb Wendehals, cognominado Werner Böhm, que é freqüentemente tocada e dançada nos festivais de carnaval da Alemanha. Na Polônia dos dias de hoje, a polonesa é dançada exclusivamente nos bailes de gala como a dança de abertura da festa, e também para acentuar o ambiente de um evento muito especial. A polonesa é sempre a primeira dança numa studniówka (significando: "cem dias"). Um baile tradicional da Polônia que acontece cerca de 100 dias antes das provas finais dos exames do segundo grau), o studniówka equivale aos bailes patrocinados pelas escolas Norte Americanas no final do segundo grau.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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José Gomes
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Re: Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

#3 Mensagem por José Gomes » sábado mar 03, 2012 1:00 am

Brasil, 50 Cruzados Novos, com carimbo de 50 Cruzeiros, de reposição (*), ref. C 210a, 1990, Catálogo de Cédulas do Brasil, Amato/Irlei, 2011, trazendo uma homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade.
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Carlos Drummond de Andrade, Biografia

Nasceu em Chapecó, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra, Itabira. Seus antepassados, tanto do lado materno como paterno, pertencem a famílias de há muito tempo estabelecidas no Brasil. Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte e Nova Friburgo com os Jesuítas no Colégio Anchieta. Formado em farmácia, com Emílio Moura e outros companheiros, fundou "A Revista", para divulgar o modernismo no Brasil. No mesmo ano em que publica a primeira obra poética, "Alguma poesia" (1930), o seu poema Sentimental é declamado na conferência "Poesia Moderníssima do Brasil", feita no curso de férias da Faculdade de Letras de Coimbra, pelo professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, Dr. Manoel de Souza Pinto, no contexto da política de difusão da literatura brasileira nas Universidades Portuguesas. Durante a maior parte da vida, Drummond foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguindo até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua única filha, a escritora Maria Julieta Drummond de Andrade. Além de poesia, produziu livros infantis, contos e crônicas.

Drummond e o modernismo brasileiro

Drummond, como os modernistas, segue a libertação proposta por Mário e Oswald de Andrade; com a instituição do verso livre, mostrando que este não depende de um metro fixo.Se dividirmos o modernismo numa corrente mais lírica e subjetiva e outra mais objetiva e concreta, Drummond faria parte da segunda, ao lado do próprio Oswald de Andrade.

A poesia de Drummond

Quando se diz que Drummond foi o primeiro grande poeta a se afirmar depois das estrelas modernistas, não se está querendo dizer que Drummond seja um modernista. De fato herda a liberdade lingüística, o verso livre, o metro livre, as temáticas cotidianas. Mas vai além. "A obra de Drummond alcança — como Fernando Pessoa ou, ou Murilo Mendes — um coeficiente de solidão, que o desprende do próprio solo da História, levando o leitor a uma atitude livre de referências, ou de marcas ideológicas, ou prospectivas", afirma Alfredo Bosi (1994).

A poesia que se encontra no reverso da nota:

Canção Amiga

"Eu preparo uma canção
em que minha mãe se reconheça
todas as mães se reconheçam,
e que fale como dois olhos.
Caminho por uma rua
Que passa por muitos países.
Se não me vêem, eu vejo
E saúdo velhos amigos.
Eu distribuo um segredo
Como quem ama ou sorri.
No jeito mais natural.
Dois carinhos se procuram.
Minha vida, nossas vidas
formam um só diamante.
Aprendi novas palavras
E tornei outras mais belas.
Eu preparo uma canção
que faça acordar os homens
e adormecer as crianças."

Carlos Drummond de Andrade.

Fonte de consulta: Wikipédia.
Última edição por José Gomes em sábado mar 17, 2012 10:29 pm, editado 1 vez no total.

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Re: Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

#4 Mensagem por colecionador » sábado mar 03, 2012 7:18 am

Joaquim Teófilo Fernandes Braga (Ponta Delgada, 24 de Fevereiro de 1843 — Lisboa, 28 de Janeiro de 1924) foi um escritor, ensaísta e politico.
Obras
A vasta obra de polígrafo de Teófilo Braga cobre áreas vastas, da poesia e da ficção à filosofia, à história da cultura e à historiografia crítico-literária[6], e excede os 360 títulos, não contando com os artigos dispersos pela imprensa da época. Abrange temas tão diversos como o da História Universal, História do Direito, da Universidade de Coimbra, do teatro português e da influência de Gil Vicente naquela forma de manifestação artística, da Literatura Portuguesa, das novelas portuguesas de cavalaria e do romantismo e das ideias republicanas em Portugal. Também inclui artigos de polémica literária e política e ensaios biográficos, como o referente a Filinto Elísio[5].

Como investigador das origens dos povos, seguiu a linha da análise dos elementos tradicionais desde os mitos, passando pelos costumes e terminando nos contos de tradição oral, que lhe permitiram escrever obras como Os Contos Tradicionais do Povo Português (1883), O Povo Português nos seus Costumes, Crenças e Tradições (1885) e História da Poesia Portuguesa, obra em que levou anos a trabalhar, procurando as suas origens nas várias épocas e escolas[5].
Poesia Visão dos Tempos (1864)
Tempestades Sonoras (1864)
Torrentes (1869)
Miragens Seculares (1884)
Ficção Contos Fantásticos (1865) (eBook)
Viriato (1904) (eBook)
Ensaio As Teocracias Literárias -­ Relance sobre o Estado Actual da Literatura Portuguesa (1865) (eBook)
História da Poesia Moderna em Portugal (1869)
História da Literatura Portuguesa [Introdução] (1870)
História do Teatro Português (1870 - 1871) - em 4 volumes
Teoria da História da Literatura Portuguesa (1872)
Manual da História da Literatura Portuguesa (1875)
Bocage, sua Vida e Época (1877)
Parnaso Português Moderno (1877)
Traços gerais da Filosofia Positiva (1877)
História do Romantismo em Portugal (1880)
Sistema de Sociologia (1884)
Camões e o Sentimento Nacional (1891)
História da Universidade de Coimbra (1891 - 1902) - em 4 volumes
História da Literatura Portuguesa (1909 - 1918) - em 4 volumes
Antologias e recolhas Antologias: Cancioneiro Popular (1867)
Contos Tradicionais do Povo Português (1883)
O cancioneiro portuguez da Vaticana (eBook)
Floresta de vários romances (eBook)

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Verso
Apontamento da Arte Romanica (CAPITEL ROMANICO)
Luis Mestre
Nota a nota a colecção cresce ...mas nunca estará completa.

http://notasmundocolecionador.blogspot. ... -beja.html

http://www.bialto.pt/active_auctions.ph ... &category=

Indy
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Re: Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

#5 Mensagem por Indy » segunda mar 05, 2012 11:48 am

DR. JOÃO DAS REGRAS

A minha participação para a Nota do Mês de Março/2012 - Tema Cultura, Artes e Ciências - vai para uma Nota Portuguesa de 5$00 - Chapa 2 - datada de 10 de Julho de 1920 - com a efígie do Dr. João das Regras:

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João das Regras



Nascido em Lisboa entre 1340 e 1345, o Dr. João das Regras estudou Leis e Direito em Bolonha, em cuja universidade dominavam as doutrinas favoráveis à realeza e à burguesia e de oposição ao poder feudal. Esta corrente favorecia o acesso a cargos públicos aos letrados burgueses em contraposição à grande nobreza feudal. Nomeado reitor da Universidade de Lisboa, aquando da crise de 1383-1385 coloca-se ao lado do Mestre de Avis. Nas Cortes de Coimbra de 1385 vai ser o elemento fundamental da eleição do Mestre de Avis como rei de Portugal. Com a sua eloquência e bem elaborada argumentação, começa por declarar que o trono de Portugal está vago porque não havia herdeiros legítimos entre os candidatos. Em seguida apresentou os prós e os contras das várias candidaturas, concluindo que o Mestre de Avis era o único que merecia ser rei porque nele coincidiam todas as virtudes que um descendente real deveria ter. Muitos dos indecisos ficaram convencidos com tal argumentação e pronunciaram-se a favor de D. João I como rei de Portugal. Participou ainda na Batalha de Aljubarrota.Cumulativamente com o cargo de reitor vitalício da Universidade de Lisboa, João das Regras foi nomeado chanceler-mor até ao fim da sua vida. Dedicou-se à elaboração da nova legislação do reino, que visava o fortalecimento do poder real, estando na génese do que viria a ser a Lei Mental, publicada por D. Duarte.Veio a falecer em Lisboa, em 1404.



Como referenciar este artigo:
João das Regras. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-03-05].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$joao-das-regras>.

SANCHO
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Re: Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

#6 Mensagem por SANCHO » sábado mar 17, 2012 4:52 pm

EÇA DE QUEIRÓS

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Re: Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

#7 Mensagem por tm1950 » domingo mar 18, 2012 6:54 pm

Alexandre Herculano
Nota: 5 Escudos, Chapa 1, 1923

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Celso.
Saúde e Fraternidade.
Os meus leilões

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dmoura
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Re: Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

#8 Mensagem por dmoura » segunda mar 19, 2012 11:23 am

50 PESETAS 1928 - ESPANHA - “Velásquez”

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Dimensões: 129 x 90 mm

Anverso: Museu do Prado. Diego Rodríguez de Silva y Velázquez.

Reverso: Pintura "Rendição de Breda" (Las Lanzas) - Óleo sobre tela, pintado antes de 1635 por Diego Velázquez, encontra-se no Museu do Prado em Madrid.

Marca d'água: Perfil de doña Isabel Pantoja, mulher de Diego Velásquez, segundo um retrato feito pelo pintor.

Impressora: Bradbury, Wilkinson y Ca.

Gravadores: New Malden, Surrey, Inglaterra.

Data de emissão: 15 de agosto, 1928.

Pequena Biografia: Diego Rodríguez de Silva y Velázquez (Sevilha, 6 de Junho de 1599 — Madrid, 6 de Agosto de 1660) foi um pintor espanhol e principal artista da corte do Rei Filipe IV de Espanha (III de Portugal). Era um artista individualista do período barroco contemporâneo, importante como um retratista. Além de inúmeras interpretações de cenas de significado histórico e cultural, pintou inúmeros retratos da família real espanhola, outras notáveis figuras europeias e plebeus, culminando na produção de sua obra-prima, Las Meninas (1656)
D. Moura

limburgo
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Registado: domingo mai 10, 2009 10:01 am

Re: Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

#9 Mensagem por limburgo » quinta mar 22, 2012 1:30 pm

Ilhas Cook 3 Dolares
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Se a inveja matasse a humanidade já nao existia.
Cumps Paulo

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José Gomes
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Re: Nota do Mês de Março-Notas de Cultura, Artes e Ciências

#10 Mensagem por José Gomes » quinta mar 22, 2012 5:40 pm

Vamos lá, pessoal! Só falta uma nota, para não perdermos esse tópico!!! :hallo: :hallo: :hallo:

Gomes.
Última edição por José Gomes em quinta mar 22, 2012 8:31 pm, editado 1 vez no total.

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