As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

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As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

#1 Mensagem por VMNV » sábado abr 06, 2013 6:21 am

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Vencedores Nota do Mês de Janeiro - Notas de Portugal
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1.º lugar - 38 Pontos
Indy - 20 000 REIS - Chapa 9 - 1909

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2.º lugar - 25 Pontos
mariosrib - 100Esc Ch05 João Pinto Ribeiro

Especime do Banco de Portugal
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21 de Fevereiro de 1935
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13 de Março de 1941
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3.º lugar - 21 pontos
tm1950 - 1.000$00 - Chapa 9 - D. Dinis

Tal como aconteceu com as notas de 500$00, Chapa 9, também este tipo de notas esteve envolvido no caso do assalto à Agência do Banco na Figueira da Foz, em 17 de Maio de 1967, o que deu origem à retirada antecipada da circulação e consequente encurtamento da sua existência.
As 18500 notas roubadas tinham a seguinte numeração: DS 14501 a 20000; F 11001 a 14000 e HB 00001 a 10000. No aviso público da retirada da circulação, de 30 de Junho de 1967, o Banco informava que: “… as notas roubadas não foram postas em circulação, pelo que não possuem curso legal e poder liberatório, nem são susceptíveis, a qualquer tempo, de reembolso ou troca …”.

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Re: As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

#2 Mensagem por VMNV » sábado abr 06, 2013 6:22 am

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Vencedores Nota do Mês de Fevereiro - Notas de personalidades masculinas
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1.º lugar - 40 Pontos
tm1950 - 20$00 1925 Marquês de Pombal

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2.º lugar - 35 Pontos
Indy - 20 Escudos 1937 Mouzinho de Albuquerque

PORTUGAL - 20 Escudos - Chapa 5 - 1937

A minha participação para a Nota do Mês de Fevereiro (2013) - Personalidade masculina - vai para uma nota de PORTUGAL de 20 Escudos - Chapa 5 - datada de 23/04/1937.

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Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque - Nasceu na Batalha a 12 de Novembro de 1855 e faleceu em Lisboa a 8 de Janeiro de 1902. Foi um oficial de cavalaria português que ganhou grande fama em Portugal por ter protagonizado a captura do imperador nguni Gungunhana, em Chaimite (1895) e pela condução da subsequente campanha de pacificação, isto é, de subjugação das populações locais à administração colonial portuguesa, no território que viria a constituir o actual Moçambique, e entre outras coisas foi uma das mais brilhantes figuras militares portuguesas, herói de Chaimite e de Gaza, durante as gloriosas campanhas de África (1894-1895), e um dos mais notáveis administradores coloniais.
A espectacularidade da captura de Gungunhana e a campanha de imprensa que se gerou aquando da sua chegada a Lisboa e subsequente exílio para os Açores, fizeram de Mouzinho de Albuquerque, malgrado alguma contestação ao seu comportamento ético em Moçambique, uma figura muito respeitada na sociedade portuguesa dos finais do século XIX e inícios do século XX. Era então visto pelos africanistas como esperança e símbolo máximo da reacção portuguesa à ameaça que o expansionismo das grandes potências europeias da altura constituía para os interesses lusos em África.
Foi governador do distrito de Gaza e governador-geral de Moçambique, cargo que resignou em 1898, data em que voltou a Portugal. Foi nomeado responsável pela educação do príncipe real D. Luís Filipe de Bragança. Suicidou-se em 1902, embora algumas fontes atribuam a morte a homicídio.

Fonte: Wikipédia

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3.º lugar - 34 pontos
valdemar1959 - 500 Escudos 1942 Damião de Góis

Damião de Góis
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Damião de Góis em desenho de Dürer, Galeria Albertina, Viena
Nome completo .... Damião de Góis
Nascimento .... 02 de fevereiro de 1502
Alenquer .... Distrito de Lisboa
Morte .... 30 de janeiro de 1574 .. (71 anos)
Nacionalidade .... Portugal Português
Ocupação .... Historiador e Humanista

500 Escudos Chapa-7 Datada de 29/09/1942 ( Efígie Damião de Góis )
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Damião de Góis

Damião de Góis (Alenquer, 2 de fevereiro de 1502 — 30 de janeiro de 1574) foi um historiador e humanista português, relevante personalidade do renascimento em Portugal. De mente enciclopédica, foi um dos espíritos mais críticos da sua época, verdadeiro traço de união entre Portugal e a Europa culta do século XVI.
Índice

Biografia

De família nobre, Damião de Góis era filho do almoxarife Rui Dias de Góis, valido do Duque de Aveiro e da sua quarta esposa 'Isabel Gomes de Limi, descendente de Nicolau de Limi, fidalgo flamengo que se estabeleceu em Portugal.

Devido à morte do seu pai, a formação de Damião de Góis foi feita na corte de D. Manuel I, a qual integrou aos nove anos como moço de câmara, e onde passou 10 anos contactando com figuras como Cataldo Sículo. Em 1523 foi colocado por D. João III como secretário da Feitoria Portuguesa de Antuérpia — também, em atenção à sua ascendência flamenga.

Efetuou várias missões diplomáticas e comerciais na Europa entre 1528 e 1531. Em 1533 abandonou o serviço oficial do governo português e dedicou-se exclusivamente aos seus propósitos de humanista. Em viagens pela Europa do Norte, contactou com eminentes humanistas e reformadores, conhecendo pessoalmente Lutero, Melanchthon e tornando-se amigo íntimo do humanista holandês Erasmo de Roterdão, com quem conviveu em Basileia em 1534 e que o guiou nos seus estudos, assim como nos seus escritos.

Estudou em Pádua entre 1534 e 1538 onde foi contemporâneo dos humanistas italianos Pietro Bembo e Lazzaro Buonamico. Pouco tempo depois fixou-se em Lovaina por um período de seis anos. Damião de Góis foi feito prisioneiro durante a invasão francesa da Flandres mas foi libertado pela intervenção de Dom João III que o trouxe para Portugal. Versátil e culto, tornou-se escritor, músico, compositor, colecionador de arte e mecenas. Entre as obras por si coleccionadas é frequentemente atribuído o tríptico de As Tentações de Santo Antão, do pintor holandês Hieronymus Bosch.

Publicou diversas obras humanistas e historiográficas, que lhe valeram a perseguição por alguns elementos do clero português. Quando regressou definitivamente a Portugal, em 1545, foram-lhe movidos dois processos no Tribunal do Santo Ofício. Arquivados os mesmos, em 1548 foi nomeado guarda-mor dos Arquivos Reais da Torre do Tombo, e dez anos mais tarde foi escolhido pelo cardeal D. Henrique para escrever a crónica oficial do rei D. Manuel I, que foi completada em 1567.

No entanto, apesar do rigor historiográfico, este seu trabalho desagradou a algumas famílias nobres, e em 1571 Damião de Góis caiu nas garras do Santo Ofício (Inquisição). Sem a protecção do cardeal-regente, foi preso, sujeito a processo e depois, em 1572, foi transferido para o Mosteiro da Batalha. Abandonado pela sua família, apareceu morto, com suspeitas de assassinato, na sua casa de Alenquer, em 30 de Janeiro de 1574, sendo enterrado na igreja de Santa Maria da Várzea, da mesma vila, que mandara restaurar em 1560.

Em 1940, devido a ruína, a capela que inclui o túmulo de Damião de Góis e de sua mulher, Joana van Hargen foi trasladada para a atual igreja de São Pedro, de Alenquer, onde se encontra hoje e está classificado como Monumento Nacional desde 1910. Nas paredes laterais foi inserida a pedra com as armas de Damião de Góis, dadas ao escritor pelo imperador Carlos V, e as de Joana van Hargen e o curioso epitáfio tumular de Damião de Góis, escrito pelo próprio em 1560, cerca de quinze anos antes da morte, com o busto e o texto em latim: "Ao maior e óptimo Deus. Damião de Goes, cavaleiro lusitano fui em tempos; corri toda a Europa em negócios públicos; sofri vários trabalhos de Marte; as musas, os príncipes e os varões doutos amaram-me com razão; descanso neste túmulo em Alenquer, aonde nasci, até que aquele dia acorde estas cinzas."

Fonte: Wikipédia.

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Re: As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

#3 Mensagem por VMNV » sábado abr 06, 2013 10:44 am

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Vencedores Nota do Mês de Março - Notas do período de 1900 a 1920
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1.º lugar - 39 Pontos
tm1950 - 20$00 07 Julho 1920

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2.º lugar - 32 Pontos
Indy - 22500 Reis 30 de Junho de 1909

1 - A PRETO

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2 - A VERMELHO

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3.º lugar - 30 pontos
SANCHO - 5$00 Chapa 1 1913

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Re: As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

#4 Mensagem por VMNV » quarta mai 01, 2013 5:19 pm

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Vencedores Nota do Mês de Abril - Notas tema livre
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1.º lugar - 26 Pontos
tm1950 - Portugal 2$50 escudos 1925

Com dedicatória a Mouzinho da Silveira que faleceu em 4 de Abril de 1849, faz hoje 164 anos.

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2.º lugar - 26 Pontos
Paulo Mateus - Angola 50 escudos 1956

Figura Portuguesa proeminente e distinta em várias áreas na época das ex-colónias Ultramarinas.

Na sua primeira estada em Angola (1878/1882) foi responsável pelas obras públicas em Luanda.

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Militar de Carreira:

Frequentou o Colégio Militar (Aluno nº 143/1853)

Frequentou a Escola do Exército

Major do Estado Maior de Infantaria – Explorador (1843 – 1909)

Nasceu em 9 de Junho de 1843 e faleceu em 2 de Fevereiro de 1909, aos 66 anos de idade, nas vestes de GENERAL, ele foi condecorado ao titulo de “Benemerito da Patria Portuguesa”, foi o primeiro (1.º) Governador da Lunda (1895) – grande amigo dos negros.


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Henrique Augusto Dias de Carvalho, foi explorador português em África, major do Estado Maior de Infantaria, Cavalleiro das ordens militares de Nossa Senhora da Conceição de Villa Viçosa e de S. Bento de Aviz, chefe da Expedição Portuguesa ao MUATIÂNVUA e delegado do Governo de Sua Magestade Fidelíssima, o Rei de Portugal.

Henrique de Carvalho, foi militar de carreira, Geografo, antropologo, linguista e historiador e autor de uma série de livros sobre a Lunda, onde se destaca as obras, “Expedição Portuguesa a Mussumba do Muatiânvua 1884-1888, Memorias da Lunda 1890, Etnographia e Historia Tradicional dos povos da Lunda, Lubuco” e outras-

Foi ele, na qualidade de enviado e de Embaixador do Rei de Portugal na Lunda o autor da celebração de todos os tratados de Protectorado ou acordos Lei com os potentados, fez parte da Delegação Portuguesa na questão do conflito da Lunda entre Portugal e a Bélgica de 1890 que teve lugar em Lisboa, que culminou com o acordo de 25 de Maio de 1891, assinado no dia 24 de Março de 1894 e trocada as assinaturas no dia 1 de Agosto do mesmo ano.

EM 1973, NO ANIVERSÁRIO 130º DE NASCIMENTO DE HENRIQUE DE CARVALHO vs DEDICATORIA DE SUA FAMILIA A CIDADE DE H.Carvalho.

Expedição à região da Lunda, no Leste de Angola, entre 1884 e 1888

Mapa da Colónia Portuguesa de Angola no ano de 1889:

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Principalmente na Colónia Portuguesa de Angola, onde deu nome a uma Cidade, sendo lembrado e retratado nesta Bela Nota:

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3.º lugar - 22 pontos
SANCHO - Portugal 5 escudos 1943

Espécime de cédula de 5$00 produzida pela Casa da Moeda em 1943, mas que nunca chegou a ser emitida.

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Re: As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

#5 Mensagem por VMNV » domingo jun 02, 2013 7:08 am

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Vencedores Nota do Mês de Maio - Ex-colónias nacionais e estrangeiras
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1.º lugar - 29 Pontos
valdemar1959 - Moçambique série 20,50,500 e 1000 escudos

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..........................................................................................................................António José Enes
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António José de Orta Enes GCIC (Lisboa, 15 de Agosto de 1848 — Sintra, Queluz, 6 de Agosto de 1901), mais conhecido por António Enes, formado no Curso Superior de Letras, foi um político, jornalista, escritor e administrador colonial português, que se destacou em Moçambique onde exerceu as funções de Comissário Régio durante a rebelião tsonga na região sul daquele território. Defendeu em 1870 uns Estados Unidos da Europa, temendo que Portugal fosse absorvido pela vizinha Espanha. Foi membro destacado do Partido Histórico e da Maçonaria. Exerceu as funções de deputado, de bibliotecário-mor da Biblioteca Nacional de Lisboa (1886) e de Ministro da Marinha e Ultramar na primeira fase do governo extrapartidário de João Crisóstomo de Abreu e Sousa.
Índice


Biografia

António José Enes nasceu em Lisboa a 15 de Agosto1 de 1848, filho de Guilherme José Enes e de sua mulher Joana da Cruz de Orta, filha do 1.º Visconde de Orta.2 Fez os seus primeiros estudos no colégio dos Lazaristas. Depois de uma passagem pelo ensino liceal ingressou no Curso Superior de Letras, que completou com distinção em 1868.

Cedo demonstrou dotes de jornalista e polemista, bem como dramaturgo e romancista, e sendo membro do Partido Histórico, e apoiante político do duque de Loulé, fez parte da redacção da Gazeta do Povo e foi pouco depois nomeado director de O País, jornal afecto àquela corrente política. . Na sequência do pacto da Granja, e da consequente fusão do Partido Reformista com o Partido Histórico, o jornal O País transformou-se no órgão oficioso do novo Partido Progressista e mudou o seu nome para O Progresso, ficando António Enes como redactor principal. Foi fundador de O Dia, periódico de que foi director político e redactor principal. Foi, ainda jornalista na Gazeta do Comércio e no Correio da Noite.

Em 1876 foi feito Fidalgo Cavaleiro da Casa Real.2 Em 1880 foi eleito deputado, mas as câmaras foram dissolvidas. Em 1886 foi nomeado bibliotecário-mor da Biblioteca Nacional de Lisboa, sendo novamente eleito deputado para a legislatura de 1884-1887, tendo sido sucessivamente reeleito para as de 1887-1889 e 1890-1891.

Logo após o ultimato britânico de 1890, António Enes foi nomeado Ministro da Marinha e Ultramar (de 14 de Outubro de 1890 a 25 de Maio de 1891), no governo presidido pelo general João Crisóstomo de Abreu e Sousa, tendo desempenhado esse cargo num período de grande pressão política sobre as questões ultramarinas face à onde nacionalista que varreu Portugal em consequência da ofensa britânica. António Enes, de forma laboriosa, conseguiu manter os necessários equilíbrios internos e externos, tendo organizado uma expedição militar a Moçambique, para fazer face à crescente proximidade entre Gungunhana e os interesses britânicos, e intervindo energicamente nas colónias de São Tomé e Príncipe, Guiné Portuguesa e Bié. Foi sucedido no cargo por Júlio de Vilhena.

Em 1891, e novamente em 1894,2 foi nomeado Comissário Régio em Moçambique, onde deu provas de grande saber e competência, deixando o seu nome ligado a notáveis obras e feitos naquele território, sendo também o principal organizador da expedição de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque contra o Império de Gaza.

Em 1896 foi nomeado ministro de Portugal no Brasil. Foi ainda feito Conselheiro de Sua Majestade Fidelíssima.

Presidiu ainda ao comité que dirigiu os trabalhos do 5.º Congresso da Imprensa, que reuniu em Lisboa no ano de 1898. Ainda na area jornalística colaborou nas revistas Brasil-Portugal (1899-1914) e Serões (1901-1911).

Casou com Emília dos Anjos, mas não deixou geração.

Faleceu em Queluz a 6 de Agosto de 1901.

A 14 de Julho de 1932 foi agraciado a título póstumo com a Grã-Cruz da Ordem do Império Colonial.


Origem: Wikipédia

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2.º lugar - 26 Pontos
Indy - Macau - 10 PATACAS - Pick. 3

MACAU - 10 PATACAS - Pick. 3

A minha participação para a Nota do Mês de Maio (2013) - Ex-Colónias Nacionais e Estrangeiras - vai para duas notas de Macau de 10 Patacas, sendo uma FALSA e outra VERDADEIRA:

1 - FALSA DA ÉPOCA - 10 PATACAS datada de 31 de Maio de 1921:

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2 - VERDADEIRA - 10 PATACAS datada de 29 de Novembro de 1930

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3.º lugar - 25 pontos
SANCHO - Moçambique 100$00 1943

A primeira da série António Enes de 100$00,que passariam a ter cor alaranjada a partir de 1943.
Não me lembro de ter visto outra.

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Re: As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

#6 Mensagem por VMNV » segunda jul 01, 2013 8:40 pm

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Vencedores Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940
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1.º lugar - 98 Pontos
valdemar1959 - 500 Escudos Chapa 5 - 18.11.1932

José da Silva Carvalho
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José da Silva Carvalho GCSE (Santa Comba Dão, São João de Areias, Vila Dianteira, 19 de Dezembro de 1782 — Lisboa, Santa Isabel, 5 de Setembro de 1856) foi um dos obreiros da Revolução de 1820 e ministro de D. João VI, de D. Pedro IV e de D. Maria II.

500 Escudos Chapa 5 - 18.11.1932. ( Efígie José da Siva Carvalho ).
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José da Silva Carvalho

Biografia

1782-1820: Filho dum casal de humildes e pobres lavradores, seus pais, José da Silva Carvalho1 e Ana de Carvalho, à custa de milagres de economia, conseguiram que frequentasse o Colégio das Artes em Coimbra e mais tarde, em 1800, a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde se formou em 1805.

Em 1810 foi colocado como juiz de fora da vila de Recardães, casando-se em 1811 com Maria Clara Esteves Correia de Brito, e em 1814 foi nomeado Juiz dos Órfãos da cidade do Porto. Foi nessa altura que se iniciou na vida política em que tanto se notabilizou.

Descontentes com a ingerência inglesa na vida política de Portugal, em 1818, José da Silva Carvalho, Manuel Fernandes Tomás, José Ferreira Borges e João Ferreira Viana, fundaram o Sinédrio, associação revolucionária de que veio a resultar a Revolução Liberal de 1820.

1820-1823: Saindo vitoriosa a revolta, Silva Carvalho foi eleito membro da Junta Provisional preparatória das Cortes.

Mais tarde fez parte da Regência do Reino até ao regresso de D. João VI do Brasil, onde se tinha refugiado aquando da Primeira Invasão Francesa.

Depois da chegada do soberano a Lisboa (3 de Julho de 1821) foi-lhe confiada a pasta dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça.

Em 1821, com o nome simbólico Hydaspe, foi membro da Loja 15 de Outubro, onde ocupa o cargo de Venerável. Em 1822 ou 1823 e até 1839 ocupa o cargo de 8.º Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano.

1823-1826: Em 1823 deu-se a reacção absolutista e Silva Carvalho foi forçado a emigrar para a Inglaterra a fim de salvar a vida – 1.º Exílio.

1826-1828: Aclamado rei, D. Pedro IV outorgou a Carta Constitucional a que se seguiu uma amnistia e então Silva Carvalho regressou ao reino e, desiludido com o governo retirou-se da política e veio viver para a sua aldeia natal, onde foi alvo de perseguições; a casa onde nasceu e onde viveu nos seus retiros campestres, ainda hoje é propriedade dos seus descendentes.

D. Pedro IV abdicou do trono em favor de sua filha D. Maria da Glória que deveria casar com D. Miguel; D. Miguel jurou a Carta e regressou a Portugal para ser rei.

1828-1832: D. Miguel chegou a Portugal vindo de Viena de Áustria, traiu o seu juramento e proclamou-se rei rei absoluto, movendo uma perseguição feroz contra os liberais, o que forçou José da Silva Carvalho a refugiar-se num esconderijo na sua casa de Vila Dianteira; desse esconderijo ainda hoje existem vestígios.

Aí foi perseguido pelos miguelistas conseguindo, no entanto, escapar fugindo de sua casa disfarçado de criado e rumou para Lisboa e daqui para Inglaterra – 2.º Exílio. É um episódio curioso que o povo desta aldeia guardou na memória e transmitiu de pais para filhos.

Os exilados reuniram-se no estrangeiro formando um partido que defendia a Carta Constitucional e a Rainha, e, mais tarde, quando D. Pedro IV veio do Brasil a França para se colocar à frente dos liberais, organizaram uma expedição que comandada pelo conde de Vila Flor, depois duque de Terceira, conquistou os Açores.

Silva Carvalho é nomeado Auditor Geral do Exército Libertador. A expedição saiu de S. Miguel e a 8 de Julho de 1832 desembarcou na praia de Mindelo e a 9 os liberais entraram na cidade do Porto.

1832-1836: Os miguelistas retiraram desta cidade e os liberais ocuparam-na. As tropas de D. Miguel fizeram depois um cerco ao Porto por largo tempo, tornando muito penosa a vida da população.

Distinguiu-se Silva Carvalho neste cerco pela sua coragem e inteligência incutindo ânimo aos já desanimados. Por tudo isto D. Pedro nomeou-o a 3 de Dezembro de 1832, ministro da Fazenda e poucos meses depois da Justiça.

Foi a instâncias de Silva Carvalho, que em 1833, para libertar a cidade sitiada, saiu do Porto, a bordo de uma esquadra, uma expedição comandada pelo duque de Terceira; a esquadra estava por sua vez sob o comando do almirante inglês Charles Napier.

A esquadra miguelista foi derrotada no cabo de S. Vicente e o duque de Terceira atravessou o Algarve, o Alentejo e apoderou-se de Lisboa.

Um outro chefe liberal, o duque de Saldanha, bateu os miguelistas (que levantaram o cerco do Porto para acudir ao sul) em Almoster. O duque de Terceira bateu-os em Asseiceira e foi assinada a Convenção de Évora-Monte (26 de Maio de 1834). D. Miguel partiu para o estrangeiro e a paz voltou ao Reino.

A 24 de Setembro de 1834, morreu D. Pedro IV e desde logo a acção de Silva Carvalho foi entorpecida, até que a revolução de Setembro de 1836 a aniquilou de todo, obrigando-o a expatriar-se mais uma vez – 3.º Exílio.

1836-1856: Silva Carvalho regressou a Portugal em 1838, para jurar a Constituição. Encontrou ainda os ânimos muito exaltados, no entanto, dotado de nobre carácter estendeu a mão aos adversários e continuou a sua carreira de legislador e de magistrado.

De 1840 a 1856 ocupa os cargos de 1.º Grão-Mestre do Grande Oriente do Rito Escocês e de 1.º Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho do Grau 33 afecto ao Grande Oriente do Rito Escocês.

José da Silva Carvalho faleceu a 5 de Setembro de 1856 e foi sepultado no Cemitério dos Prazeres (em Lisboa), no sector das figuras ilustres de Portugal.

Recusou por várias vezes títulos de nobreza que lhe encobrissem a sua origem plebeia.

Como nos diz o historiador Luís Augusto Rebelo da Silva: No seu túmulo pobre, mas ornado dos brasões populares de uma larga série de serviços e de sacrifícios, fala mais alto o nome só, como elogio e epitáfio, do que uma longa série de avós esquecidos ou pior ainda do que a fatuidade de uma coroa de conde ou de marquês (…). Silva Carvalho previu que o nome lhe havia de chegar puro à posteridade como o recebera de seus pais e guardou-o com o nobre orgulho de uma grande alma.

O seu neto António Viana sintetiza a vida do seu avô dizendo que: "Silva Carvalho representou o tipo mais elevado de revolucionário político – espírito transigente, coração magnânimo, pulso de ferro" (in José da Silva Carvalho e o seu Tempo, de António Viana).


Fonte: Wikipédia!

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2.º lugar - 89 Pontos
zefer44 - Angola 20 angolares 1927

Este mês participo com uma nota de Angola de 1927

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3.º lugar - 80 pontos
tm1950 - Portugal - 50$00 - Chapa 4 1929

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Re: As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

#7 Mensagem por VMNV » quinta ago 01, 2013 6:21 am

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Vencedores Nota do Mês de Julho -Tema: Personalidade feminina
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1.º lugar - 80 Pontos
valdemar1959 - 1000 Escudos Chapa 8 - D.Filipa de Lencastre

Filipa de Lencastre
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Filipa de Lencastre (Lincolnshire, ca. março de 1360 — Lisboa, 19 de julho de 1415) foi uma princesa inglesa da Casa de Lencastre, filha de João de Gante, 1.º Duque de Lencastre, com sua mulher Branca de Lencastre. Quando tinha dezoito anos, foi-lhe atribuída a distinção inglesa da Ordem da Jarreteira, o que, anos mais tarde, contribuiria para sua imagem de rainha santa. Tornou-se rainha consorte de Portugal através do casamento com o rei D. João I, celebrado em 1387 na cidade do Porto, e acordado no âmbito da Aliança Luso-Inglesa contra o eixo França-Castela.

As rainhas de Portugal contaram, desde muito cedo, com os rendimentos de bens adquiridos na sua grande maioria por doação. D. Filipa de Lencastre recebeu de D. João I as rendas da alfândega de Lisboa e das vilas de Alenquer, Sintra, Óbidos, Alvaiázere, Torres Novas e Torres Vedras. A Crônica de El-Rei D. João I, de Fernão Lopes, retrata a rainha como generosa e amada pelo povo. Os seus filhos que chegaram à idade adulta seriam lembrados como a ínclita geração, de príncipes cultos e respeitados em toda a Europa. Filipa morreu de peste bubônica nos arredores de Lisboa, poucos dias antes da partida da expedição a Ceuta. Atualmente, a tese mais aceita ressalta que ela faleceu no convento de Odivelas, conforme é possível constatar nos trabalhos de Francisco Benevides, Manuela Santos Silva e Ana Rodrigues. Está sepultada na Capela do Fundador do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, ao lado do seu esposo.

A Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, em Lisboa, foi baptizada em sua honra.


1000 Escudos Chapa 8 - 31.01.1956. Efígie D.Filipa de Lencastre.
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Ascendência

Filipa de Lencastre proveio de duas nobres famílias: a casa régia dos Plantagenetas e a dos Lencastre. Seus avós paternos eram o rei Eduardo III e a rainha Filipa de Hainault, enquanto que os maternos eram Henrique de Grosmont e Isabel de Beaumont. Seu pai, João de Gante, ao casar-se com sua mãe, Branca de Lencastre, herdou o ducado de seu sogro, juntamente com domínios e castelos por toda a Inglaterra e País de Gales, conquistando, assim, maior poder e prestígio para sua família. Filipa foi a primeira filha do casal, nascendo em março do ano posterior ao casamento. Ela recebeu o nome de sua avó paterna, a rainha, que também foi sua madrinha.

Vida na Inglaterra

No que se refere ao estudo das línguas, Filipa de Lencastre foi educada à maneira nobre e aristocrática, isto é, aprendeu latim suficientemente para ler livros litúrgicos, além de francês e inglês para ler romances ou livros de instruções. Foi ensinada a agir de acordo com as virtudes femininas apreciadas na época, tais como modéstia, humildade e pureza espiritual.

Quando tinha aproximadamente nove anos, vivenciou o falecimento de sua madrinha e avó paterna. Logo em seguida, sua mãe foi vítima da peste e também morreu. Filipa, então, passou aos cuidados de Catarina de Swynford, que viria a se tornar amante de seu pai ainda durante o segundo casamento dele com Constança, filha mais velha e herdeira de Pedro I de Castela.

Os registros de despesas de seu pai mostram que ele era generoso tanto com seus filhos legítimos quanto para os membros de sua corte. Essa característica influenciaria a vida de Filipa, que também viveu sob o clima literário da corte de seu pai. Considerado um mecenas, ele foi seu principal exemplo, inspirando-a a criar seu próprio círculo de poetas através de um grupo cortesão de leitura conhecido como "A flor e a folha". O poeta Eustache Deschamps, membro desse grupo, dedicou a Filipa um poema no qual a comparava a uma flor. Tratava-se de um reconhecimento por seu notável papel no incentivo à literatura inglesa.


Casamento

O pai de Filipa via em Portugal, conduzido por D. João I a partir de 1385, um importante aliado para os seus interesses castelhanos. O duque acreditava que, ao se casar com Constança em 1372, herdeira do rei Pedro I de Castela, eventualmente tomaria posse do trono. Contudo, o lugar estava ocupado até 1379 por Henrique II, meio-irmão de Pedro I, e, posteriormente, por seu filho, João I de Castela. A aliança também era favorável ao rei D. João I, pois garantia apoio à independência portuguesa face a Castela. Essa conjuntura de união luso-inglesa frente ao inimigo comum, portanto, ocorria desde o reinado de Fernando I de Portugal, anterior ao de D. João I, mas ganhou maior estabilidade após o estabelecimento do Tratado de Windsor, em 1386, que vigora até os dias atuais. O casamento entre Filipa e D. João I em fevereiro de 1387 selou a aliança.

Escoltada por nobres ingleses e portugueses, Filipa foi conduzida ao Porto, onde, de acordo com a Crônica de El-Rei D. João I, foi recebida com grandes festejos. Alguns dias depois, D. João chegou à cidade e os dois puderam conversar e trocar presentes. Após o casamento, a festa continuou por mais quinze dias.

Reinado

Apesar da imagem recatada da rainha que domina o imaginário dos portugueses (essa atitude era tida como virtude no comportamento das mulheres medievais), D. Filipa parecia ter momentos descontraídos com as donzelas de sua corte, gostando de conversar. Era uma mulher culta, que se correspondia com seus parentes na Inglaterra, estabelecendo a prática de registrar documentos que haviam sido enviados por ela ou pelo rei.

Para manter a corte da rainha enquanto não doava as terras a ela, D. João concedeu-lhe um rendimento originário das rendas da alfândega de Lisboa, estabelecendo também o que as servidoras da rainha receberiam mensalmente. Posteriormente, D. Filipa recebeu dele os rendimentos das vilas de Alenquer, Sintra, Óbidos, Alvaiázere, Torres Novas e Torres Vedras.

D. Filipa seguiu os hábitos que aprendeu na corte inglesa, especialmente no que se refere ao modelo multicultural representado por seu pai. Assim, tentou manter a conexão entre Inglaterra e Portugal, influenciando casamentos entre membros das nobrezas dos dois países. Além disso, D. Filipa por várias vezes assumiu o exercício do governo representando o marido, uma vez que ele estava frequentemente ocupado em operações militares. Ainda em 1387, deslocou-se até Monção com alguns conselheiros e homens da corte, aproximando-se de Melgaço, onde estava o monarca, para dar cumprimento a algumas disposições régias. Sempre que pôde, D. Filipa acompanhou o marido, o que seria uma forma de apoiar os seus feitos.


Descendência

D. Filipa correspondeu ao papel esperado da rainha medieval em assegurar a continuidade da linhagem e do patrimônio. Tal como seu pai, ela incitou a apreciação pela cultura em seus filhos, os futuros monarcas. Consequentemente, eles foram figuras que funcionaram como modelos a serem seguidos pela sociedade. Os romances de cavalaria medieval agradavam a rainha. Suas ênfases em aventuras, virtudes cavaleirescas e valores da espiritualidade cristã contribuíram para moldar a educação dos príncipes pelos ideais expressos nos códigos de cavalaria: justiça e retidão.

Os nomes dos filhos homenageavam tanto membros da família de D. João I quanto de D. Filipa, o que mostra o respeito dos reis pelos seus antepassados.


Do seu casamento, nasceram:

Branca de Portugal (1388-1389), morreu jovem, antes de completar um ano de idade. Seu nome honrava a mãe de D. Filipa, Branca de Lencastre.
Afonso de Portugal (1390-1400), morreu jovem. Recebeu o mesmo nome que D. Afonso I, o rei fundador de Portugal.
Duarte I de Portugal (1391-1438), sucessor do pai no trono português, poeta e escritor. Seu nome homenageava simultaneamente seu bisavô materno, Eduardo III, e o tio-avô Eduardo, o Príncipe Negro.
Pedro, Duque de Coimbra (1392-1449), recebeu o nome de seu avô paterno, o rei Pedro I de Portugal. Foi um dos príncipes mais esclarecidos do seu tempo, sendo regente durante a minoridade do seu sobrinho, o futuro rei D. Afonso V. Tornou-se cavaleiro da Ordem da Jarreteira, a mesma a que seus pais pertenciam. Morreu na batalha de Alfarrobeira.
Henrique, Duque de Viseu, O Navegador (1394-1460), recebeu esse nome em homenagem ao bisavô, Henrique de Grosmont, ou ao tio materno, o rei Henrique IV da Inglaterra. Investiu a sua fortuna em investigação relacionada com navegação, náutica e cartografia.
Isabel (1397-1471) casou com Filipe III, Duque da Borgonha e entreteve uma corte refinada e erudita nas suas terras. Seu nome homenagearia suas duas linhagens: a paterna, com a rainha Santa Isabel de Portugal e a materna, através da tia Isabel ou da bisavó, Isabel de Beaumont.
João, Infante de Portugal (1400-1442), condestável de Portugal e avô de Isabel de Castela. Seu nome foi escolhido em honra de seu pai e de seu avô, João de Gante.
Fernando, o Infante Santo (1402-1443), morreu no cativeiro em Fez. Seu nome foi uma homenagem ao tio paterno, o rei Fernando I de Portugal.

Morte

Desde o início de 1415, a peste bubônica invadia Lisboa e Porto. Os reis refugiaram-se em Sacavém, mas os longos e frequentes jejuns, orações e vigílias da rainha enfraqueciam e debilitavam o seu corpo. Ela dedicava-se espiritualmente ao sucesso na Tomada de Ceuta, empreendimento em que seu marido e seus filhos Henrique, Pedro e Duarte participaram. Contudo, com as constantes entradas e saídas de mensageiros e contatos, a peste acabou chegando em Sacavém. O rei abrigou-se em Odivelas, mas a rainha preferiu ir depois. Quando chegou, em julho do mesmo ano, já estava doente.

De acordo com a Crônica da Tomada de Ceuta, de Gomes Eanes de Zurara, D. Filipa sentiu sua morte aproximar-se, preparando-se para a viagem eterna ao cumprir os ritos da boa morte. Confessou-se, comungou e recebeu a extrema unção. Quando os clérigos acabaram de rezar, no dia 19 de julho, ela faleceu. Inicialmente, foi sepultada em Odivelas, onde havia falecido. No ano seguinte, seus restos mortais seguiram para o Mosteiro de Santa Maria da Vitória, por ordem de seu marido. Depois, o local abrigou túmulos de outros membros da dinastia de Avis, tais como os de seus filhos.


Origem: Wikipédia

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2.º lugar - 56 Pontos
tm1950 - Portugal - D. Filipa de Lencastre - 1.000$00 Ch8A

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3.º lugar - 56 pontos
Indy - PORTUGAL - 50 centavos 1923 - "Rita"

A minha participação para a Nota do Mês de Julho (2013) - Notas - Personalidade feminina - vai para uma Cédula de Angola - datada de 1923 - popularmente chamada de «RITA»

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O Alto Comissário de Angola, com base em relatórios de ausência de trocos em vários distritos, autorizou uma segunda emissão de cédulas de 50 Centavos no início de 1923 e simultânea recolha das que estavam em curso, por forma a custear o lançamento da nova emissão. Estas cédulas foram produzidas pela Waterlow & Sons Ltd..

A qualidade de impressão das ‘Cédulas do Alto Comissário de 1923’ e do seu desenho, apresentavam um resultado final mais definido, enquanto introduz no papel-moeda para Angola a temática do relacionamento inter-racial com a representação de autóctones (temática que foi mais tarde recuperada nas notas do Banco de Angola). Convencionou-se chamar “ritas” a estas cédulas uma vez que era voz corrente que a figura que representava a República, na Frente da cédula, era a filha do General Norton de Mattos, de seu nome precisamente Rita.

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Permaneciam assim, as primeiras, que eram consideradas por muitos habitantes e referidas nos jornais da época, como «uma praga de ritas». As cédulas “ritas” foram concebidas para facilitar os pequenos trocos, mas estavam a ser utilizadas para pagar a grande maioria das transações. Foram inclusive, adaptadas num expediente pela população, que consistia em empilhá-las em blocos lacrados e rubricados com o seu valor total – chamavam a estes blocos de “tijolos”.

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Re: As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

#8 Mensagem por VMNV » terça out 01, 2013 8:09 pm

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Vencedores Nota do Mês de Setembro -Tema: Notas do período de 1941 a 1960
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1.º lugar - 28 Pontos
zefer44 - 1.000,00 Angolares (Espécime) 1952

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2.º lugar - 27 Pontos
mariosrib - Espanha 1000 Pesetas 1951

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3.º lugar - 26 pontos
tm1950 - Portugal - 100$00 1941

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Re: As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

#9 Mensagem por VMNV » sexta nov 01, 2013 8:24 am

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Vencedores Nota do Mês de Outubro -Tema: Notas Grandes estadistas
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1.º lugar - 111 Pontos
tm1950 - Portugal - 20$00 Chapa 4 - 1925

Marquês de Pombal

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2.º lugar - 96 Pontos
SANCHO - Portugal 20 Escudos 1921 Ch.3

José Estevão

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http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_ ... lh%C3%A3es


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3.º lugar - 91 pontos
Indy - Portugal - 2500 Reis 1909 Ch.4

AFONSO DE ALBUQUERQUE

A minha participação para a Nota do Mês de Outubro (2013) - Grandes Estadistas - vai para a nota de 2 500 Reis - Chapa 4 - datada de 30 de Junho de 1909.

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Re: As "3 Vencedoras Mensais" - 2013

#10 Mensagem por VMNV » segunda dez 02, 2013 9:42 am

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Vencedores Nota do Mês de Novembro -Tema: Transportes
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1.º lugar - 24 Pontos
tm1950 - Portugal - 20$00 Ch9 - 1978

Portugal - 20$00 Ch9 - 1978 - Nota de substituição

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2.º lugar - 23 Pontos
mariosrib - México 100 Pesos 2010

A minha participação para a nota deste mês:
México 100 Pesos 2010 - Comemorativa do Centenário da Revolução Mexicana

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3.º lugar - 22 pontos
VMNV - Malasia 10 Ringgit 1999

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