Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

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VMNV
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Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

#1 Mensagem por VMNV » domingo jun 02, 2013 7:01 am

Vamos dar inicio ao concurso para eleger a Nota do Mês de Junho -Tema: Notas do período de 1921 a 1940
O tema abrange apenas as datas de 1921 a 1940 incluindo o primeiro e o último ano deste período. Notas datadas antes de 1921 e depois de 1940 não poderão concorrer, como por exemplo: 1920 ou 1941.

Aqui ficam as regras do concurso:

1ª Os foristas interessados em concorrer à eleição da Nota do Mês, só podem colocar uma nota, respeitando o tema mensal até ao dia 21 - 24:00h desse mês, a partir daqui o tópico é considerado encerrado passando à fase de eleição por todos os foristas que assim o entenderem, que terminará às 24 horas do último dia do mês.

2ª O número máximo necessário para se realizar e eleição é de 9 (nove) e o mínimo de 6 (seis) notas. Caso o número máximo não seja atingido no prazo estipulado, esse será alargado por mais 48 horas, ou seja até às 24 horas do dia 23. Se mesmo assim não for atingido o numero máximo, será feita a eleição com o numero mínimo de notas. Se não for alcançado o mínimo ficará sem efeito.

3ª A colocação da nota, consiste só unicamente de uma foto de cada face da respectiva nota acompanhada de alguns dados como valor facial, ano, etc...
Pede-se também, se possível, que as notas concorrentes sejam acompanhadas de um texto informativo. Há alguns temas em que essa informação será importante. (Personalidades, por exemplo)

4ª É permitida a colocação de um conjunto de notas, desde que tenham uma relação entre si, tornando-se uma mais valia na apresentação.

5ª Cada forista concorrente não pode votar na sua própria nota. Contudo se não participar na votação, terá uma penalização equivalente à média da pontuação obtida na sua nota (exemplo: se recebeu 45 pontos de 9 foristas, será penalizado em 45 a dividir por 9, que serão 5 pontos).

6ª Os “ juízes” além da sua pontuação, podem deixar um comentário, por exemplo: O motivo do seu voto. Cada forista deverá pontuar 8 (oito) e 5 (cinco) notas, dos seguintes modos:

Número máximo 9 (nove):

10 Pontos
8 Pontos
6 Pontos
5 Pontos
4 Pontos
3 Pontos
2 Pontos
1 Ponto

Numero mínimo 6 (seis):

5 Pontos
4 Pontos
3 Pontos
2 Pontos
1 Ponto

Vencerá a nota que reunir mais pontos à hora do fecho das votações (24 horas do último dia do mês do concurso).

Para facilitar a votação, será atribuído um número de ordem a cada nota, pelo que irá ser publicada logo no dia 22 ou 24, uma lista com as notas concorrentes.

7ª Em caso de empate pontual, será considerado vencedor aquele que tiver:

a) Mais pontuações de 10 pontos
b) Mais pontuações de 8 pontos
c) Mais pontuações de 6 pontos

8ª Os 3 primeiros classificados, passarão a figurar na galeria das notas vencedoras, em tópico existente para esse efeito.

9ª As notas expostas, não podem concorrer mais nenhuma vez durante esse ano, podendo concorrer no ano seguinte, excepto as 12 vencedoras dos anos anteriores. As 12 primeiras (uma de cada mês) concorre à nota do ano, em Janeiro do ano seguinte, em simultâneo com a desse mês, mas num post à parte.

Está aberto o concurso!



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Re: Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

#2 Mensagem por colecionador » domingo jun 02, 2013 1:59 pm

ALEMANHA - BAYERN

BAYERISCHE STAATSBANK

1 Agosto 1923

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Luis Mestre
Nota a nota a colecção cresce ...mas nunca estará completa.

http://notasmundocolecionador.blogspot. ... -beja.html

http://www.bialto.pt/active_auctions.ph ... &category=

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VMNV
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Re: Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

#3 Mensagem por VMNV » sábado jun 08, 2013 9:20 am

Albânia 100 Franga 1940 P-8

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SANCHO
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Re: Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

#4 Mensagem por SANCHO » domingo jun 09, 2013 6:52 pm

S. Tomé e Príncipe P26 5$00 1935

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tm1950
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Re: Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

#5 Mensagem por tm1950 » sexta jun 14, 2013 6:34 pm

Portugal - 50$00 - Chapa 4 - Borges Carneiro - 1929

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Celso.
Saúde e Fraternidade.
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Indy
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Re: Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

#6 Mensagem por Indy » sábado jun 15, 2013 11:49 am

PORTUGAL - 2$50 - 1922

A minha participação para a Nota do Mês de Junho (2013) - Notas do período de 1921 a 1940 - vai para uma nota portuguesa de 2$50 - Ch. 2 - datada de 17-11-1922.

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_________
Acácio
Última edição por Indy em domingo jul 21, 2013 10:00 pm, editado 1 vez no total.

limburgo
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Re: Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

#7 Mensagem por limburgo » quarta jun 19, 2013 2:24 pm

Banco Austro - Hungaro 1000 Coroas 1922
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Se a inveja matasse a humanidade já nao existia.
Cumps Paulo

zefer44
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Re: Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

#8 Mensagem por zefer44 » quarta jun 19, 2013 2:41 pm

Este mês participo com uma nota de Angola de 1927


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Horácio Ferreira


La cuna del hombre la mecen con cuentos

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valdemar1959
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Re: Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

#9 Mensagem por valdemar1959 » sexta jun 21, 2013 6:25 pm

José da Silva Carvalho
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José da Silva Carvalho GCSE (Santa Comba Dão, São João de Areias, Vila Dianteira, 19 de Dezembro de 1782 — Lisboa, Santa Isabel, 5 de Setembro de 1856) foi um dos obreiros da Revolução de 1820 e ministro de D. João VI, de D. Pedro IV e de D. Maria II.

500 Escudos Chapa 5 - 18.11.1932. ( Efígie José da Siva Carvalho ).
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José da Silva Carvalho

Biografia

1782-1820: Filho dum casal de humildes e pobres lavradores, seus pais, José da Silva Carvalho1 e Ana de Carvalho, à custa de milagres de economia, conseguiram que frequentasse o Colégio das Artes em Coimbra e mais tarde, em 1800, a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde se formou em 1805.

Em 1810 foi colocado como juiz de fora da vila de Recardães, casando-se em 1811 com Maria Clara Esteves Correia de Brito, e em 1814 foi nomeado Juiz dos Órfãos da cidade do Porto. Foi nessa altura que se iniciou na vida política em que tanto se notabilizou.

Descontentes com a ingerência inglesa na vida política de Portugal, em 1818, José da Silva Carvalho, Manuel Fernandes Tomás, José Ferreira Borges e João Ferreira Viana, fundaram o Sinédrio, associação revolucionária de que veio a resultar a Revolução Liberal de 1820.

1820-1823: Saindo vitoriosa a revolta, Silva Carvalho foi eleito membro da Junta Provisional preparatória das Cortes.

Mais tarde fez parte da Regência do Reino até ao regresso de D. João VI do Brasil, onde se tinha refugiado aquando da Primeira Invasão Francesa.

Depois da chegada do soberano a Lisboa (3 de Julho de 1821) foi-lhe confiada a pasta dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça.

Em 1821, com o nome simbólico Hydaspe, foi membro da Loja 15 de Outubro, onde ocupa o cargo de Venerável. Em 1822 ou 1823 e até 1839 ocupa o cargo de 8.º Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano.

1823-1826: Em 1823 deu-se a reacção absolutista e Silva Carvalho foi forçado a emigrar para a Inglaterra a fim de salvar a vida – 1.º Exílio.

1826-1828: Aclamado rei, D. Pedro IV outorgou a Carta Constitucional a que se seguiu uma amnistia e então Silva Carvalho regressou ao reino e, desiludido com o governo retirou-se da política e veio viver para a sua aldeia natal, onde foi alvo de perseguições; a casa onde nasceu e onde viveu nos seus retiros campestres, ainda hoje é propriedade dos seus descendentes.

D. Pedro IV abdicou do trono em favor de sua filha D. Maria da Glória que deveria casar com D. Miguel; D. Miguel jurou a Carta e regressou a Portugal para ser rei.

1828-1832: D. Miguel chegou a Portugal vindo de Viena de Áustria, traiu o seu juramento e proclamou-se rei rei absoluto, movendo uma perseguição feroz contra os liberais, o que forçou José da Silva Carvalho a refugiar-se num esconderijo na sua casa de Vila Dianteira; desse esconderijo ainda hoje existem vestígios.

Aí foi perseguido pelos miguelistas conseguindo, no entanto, escapar fugindo de sua casa disfarçado de criado e rumou para Lisboa e daqui para Inglaterra – 2.º Exílio. É um episódio curioso que o povo desta aldeia guardou na memória e transmitiu de pais para filhos.

Os exilados reuniram-se no estrangeiro formando um partido que defendia a Carta Constitucional e a Rainha, e, mais tarde, quando D. Pedro IV veio do Brasil a França para se colocar à frente dos liberais, organizaram uma expedição que comandada pelo conde de Vila Flor, depois duque de Terceira, conquistou os Açores.

Silva Carvalho é nomeado Auditor Geral do Exército Libertador. A expedição saiu de S. Miguel e a 8 de Julho de 1832 desembarcou na praia de Mindelo e a 9 os liberais entraram na cidade do Porto.

1832-1836: Os miguelistas retiraram desta cidade e os liberais ocuparam-na. As tropas de D. Miguel fizeram depois um cerco ao Porto por largo tempo, tornando muito penosa a vida da população.

Distinguiu-se Silva Carvalho neste cerco pela sua coragem e inteligência incutindo ânimo aos já desanimados. Por tudo isto D. Pedro nomeou-o a 3 de Dezembro de 1832, ministro da Fazenda e poucos meses depois da Justiça.

Foi a instâncias de Silva Carvalho, que em 1833, para libertar a cidade sitiada, saiu do Porto, a bordo de uma esquadra, uma expedição comandada pelo duque de Terceira; a esquadra estava por sua vez sob o comando do almirante inglês Charles Napier.

A esquadra miguelista foi derrotada no cabo de S. Vicente e o duque de Terceira atravessou o Algarve, o Alentejo e apoderou-se de Lisboa.

Um outro chefe liberal, o duque de Saldanha, bateu os miguelistas (que levantaram o cerco do Porto para acudir ao sul) em Almoster. O duque de Terceira bateu-os em Asseiceira e foi assinada a Convenção de Évora-Monte (26 de Maio de 1834). D. Miguel partiu para o estrangeiro e a paz voltou ao Reino.

A 24 de Setembro de 1834, morreu D. Pedro IV e desde logo a acção de Silva Carvalho foi entorpecida, até que a revolução de Setembro de 1836 a aniquilou de todo, obrigando-o a expatriar-se mais uma vez – 3.º Exílio.

1836-1856: Silva Carvalho regressou a Portugal em 1838, para jurar a Constituição. Encontrou ainda os ânimos muito exaltados, no entanto, dotado de nobre carácter estendeu a mão aos adversários e continuou a sua carreira de legislador e de magistrado.

De 1840 a 1856 ocupa os cargos de 1.º Grão-Mestre do Grande Oriente do Rito Escocês e de 1.º Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho do Grau 33 afecto ao Grande Oriente do Rito Escocês.

José da Silva Carvalho faleceu a 5 de Setembro de 1856 e foi sepultado no Cemitério dos Prazeres (em Lisboa), no sector das figuras ilustres de Portugal.

Recusou por várias vezes títulos de nobreza que lhe encobrissem a sua origem plebeia.

Como nos diz o historiador Luís Augusto Rebelo da Silva: No seu túmulo pobre, mas ornado dos brasões populares de uma larga série de serviços e de sacrifícios, fala mais alto o nome só, como elogio e epitáfio, do que uma longa série de avós esquecidos ou pior ainda do que a fatuidade de uma coroa de conde ou de marquês (…). Silva Carvalho previu que o nome lhe havia de chegar puro à posteridade como o recebera de seus pais e guardou-o com o nobre orgulho de uma grande alma.

O seu neto António Viana sintetiza a vida do seu avô dizendo que: "Silva Carvalho representou o tipo mais elevado de revolucionário político – espírito transigente, coração magnânimo, pulso de ferro" (in José da Silva Carvalho e o seu Tempo, de António Viana).


Fonte: Wikipédia!
Valdemar Pereira

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victor brasil
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Re: Nota do Mês de Junho - Notas do período de 1921 a 1940

#10 Mensagem por victor brasil » sexta jun 21, 2013 7:31 pm

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cedula: 50 pesetas
data: 15 agosto 1928
tema: Diego Velazquez
Frente Velazquez / Museu do Prado
verso: "La Rendición de Breda" óleo sobre tela, pintado entre 1634 e 1635.
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Diego Rodríguez de Silva y Velázquez (Sevilha, 6 de Junho de 1599 — Madrid, 6 de Agosto de 16603 4 5 6 ) foi um pintor espanhol e principal artista da corte do Rei Filipe IV de Espanha. Era um artista individualista do período barroco contemporâneo, importante como um retratista.
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verso: "La Rendición de Breda" óleo sobre tela, pintado entre 1634 e 1635.
ImagemImagemO Museu do Prado é o mais importante museu de Espanha e um dos mais importantes do Mundo. Apresentando belas e preciosas obras de arte, o museu localiza-se em Madrid e foi mandado construir por Carlos III. As obras de construção prolongaram-se por muitos anos, tendo sido inaugurado somente no reinado de Fernando VII.
Replica, se fosse boa, seria a peça original. Evite.

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