Aqui vai uma ajuda:
Para se entender um pouco mais da atribuição dos vinténs pelos reinados, convém consultar a obra de Francisco Costa Magro e Maria Filomena Guerra, apresentado pela ANP na revista "Numismática" nº 81, em 2001, que, por sua vez, foi pedida a sua reprodução à Sociedade Catalã de estudos Numismáticos, em Barcelona, onde tinha sido publicado pela primeira vez em 1998.
Em 17 páginas são retiradas as dúvidas sobre a documentação existente (mal interpretada pela maioria dos numismatas), a tipologia, a metrologia e as ligas utilizadas.

Todas as conclusões retiradas por pesagens individuais são falsas, pois na origem os pesos eram verificados por marcos, devendo haver 265 moedas em cada marco de prata de
11 dinheiros. Era admitido um erro de até 3 vinténs por marco, isto é, era aceite como boa a partida que tivesse de 262 a 268 moedas.
Neste trabalho é apontado o erro de Ferraro Vaz, que analisou os pesos individuais em vez de se fixar nos pesos médios. Com os mesmos cunhos há diferenças de peso notáveis
como 0,47g e 0,88g o que dava para pensar que os mesmos cunhos teriam servido em D. Pedro II e D. João Príncipe Regente !
D. Pedro IIRefª AG: 19.06, Magro: 4.5 
D. João VRefª AG: 38.01, Magro: 3.5
D. João VRefª AG: 38.02, Magro: 12.2
D. João VRefª AG: 38.03, Magro: 9.3

D. João VRefª AG: 41.01, Magro: 10.1
D. José IRefª AG: 10.01, Magro: 13.1
D. João Príncipe RegenteRefª AG: 11.01, Magro: 15.1

