Da guerra luso-batava e da ocupação de feitorias na Ásia

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Da guerra luso-batava e da ocupação de feitorias na Ásia

#1 Mensagem por MoedasdeMinas » terça set 18, 2012 6:20 pm

Da Guerra luso-batava ( 1º conflito imperialista de escala mundial) – batalhas travadas na Europa, Américas, África, Ásia e Oceania.

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A Guerra Luso-Holandesa foi um conflito armado entre forças Holandesas da Companhia Holandesa das Índias Orientais ou VOC e da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais ou WIC contra o Império e colónias portugueses. Entrou para a História como o primeiro grande conflito à escala planetária. Travada de 1595 a 1663, caracterizou-se principalmente pelas invasões das companhias majestáticas holandesas aos territórios do império português nas Américas, África, Índia e extremo oriente. Os confrontos foram iniciados durante a dinastia Filipina, a pretexto da Guerra dos Oitenta Anos, travada então, na Europa, entre a Espanha e os Países Baixos. Portugal foi envolvido no conflito por estar sob a coroa Espanhola dos Habsburgos, durante a chamada União Ibérica, mas os confrontos ainda perduraram, mesmo vinte anos após a Restauração da Independência (1640). O conflito estaria pouco relacionado com a guerra na Europa, servindo principalmente o propósito de estabelecer um império ultramarino holandês, assim como o domínio do comércio das especiarias, aproveitando a vulnerabilidade dos Portugueses. Forças Inglesas, rivais de Espanha e livres da aliança que os ligava aos portugueses durante a União Ibérica, também auxiliaram os holandeses em certos momentos, até à restauração, altura em que a aliança voltou vigorar. A guerra resultou na perda do domínio português no oriente e na fundação do império colonial holandês nos territórios conquistados. As ambições holandesas noutros teatros de competição económica, como o Brasil e Angola, foram em grande parte invertidas pelos esforços Portugueses. Os interesses Ingleses beneficiaram também do conflito prolongado entre os seus dois principais rivais no oriente.
Em 1581, um ano após a União Ibérica, os territórios que formavam a União de Utrecht, também sob domínio dos Habsburgos, revoltaram-se e depuseram Filipe II de Espanha declarando a República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos. Após a derrota da Invencível Armada espanhola em 1588 deu-se uma enorme expansão do comércio marítimo, com os holandeses a transpor a revolta para os domínios marítimos espanhóis. O império português, sem autonomia e formado sobretudo de assentamentos costeiros, vulneráveis a ser tomados um a um, tornou-se um alvo fácil.[1] O surgimento da potência marítima holandesa foi rápido e extraordinário: durante anos, marinheiros holandeses haviam participado em viagens portuguesas ao oriente. Jan Huygen van Linschoten, que vivera em Lisboa, teria recolhido relatos, informação e mapas, ao integrar a comitiva de frei Vicente da Fonseca, em 1583, que fora nomeado arcebispo deGoa.[2] Em 1598, regressaria aos Países Baixos, onde publicou as suas observações sobre o oriente e a navegação. Cornelis de Houtman, que também passara por Lisboa, seguiria as suas indicações na primeira viagem exploratória holandesa, assinando um tratado com o sultão que dominava o estreito de Sunda, entre Java e Sumatra. Os Países Baixos são geralmente considerados como o agressor, pois o seu ataque às possessões Portuguesas foi unilateral, e a iniciativa da guerra coube sempre ao lado holandês. Por outro lado, poderia ser invocado que, estando Portugal sob domínio Espanhol durante o curso da maior parte do conflito (depois de herdada a coroa de Portugal por Filipe II de Espanha) e dado que a Espanha combatia os holandeses na Flandres, tentando sufocar a guerra da independência dos Países Baixos, parece legítimo que os holandeses levassem a guerra a todos os cantos do Império Espanhol. Esse argumento é, entretanto, contrariado pelo facto de a Guerra Luso-Holandesa ter prosseguido depois da Restauração Portuguesa (1640). Como será visto mais à frente, a verdadeira motivação da guerra foi a tentativa holandesa de tomar o controle do comércio de especiarias da Índia, o que não é consistente com nenhuma justificação técnica de defesa militar.

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Em 1602, foi fundada a Verenigde Oost-Indische Compagnie ou VOC, com o objectivo de partilhar os custos daexploração das Índias Orientais e eventualmente restabelecer o comércio das especiarias, vital fonte de rendimentos da novíssima República das Sete Províncias Unidas.
As Sete Províncias Unidas encontravam-se, na altura, em luta contra os Habsburgo pela sua independência, e a razão pela qual os holandeses procuraram apoderar-se do comércio das especiarias foi a sua sobrevivência económica: até à união das coroas Portuguesa e Espanhola, os mercadores Portugueses usavam os Países Baixos como plataforma para introdução das especiarias no norte da Europa, através de uma feitoria em Antuérpia, cidade forçada a render-se aos espanhóis em 1585. Depois de anexar Portugal, a Espanha declarou um embargo a todas as transacções comerciais com as Províncias Unidas, territórios secessionistas desde a União de Utrecht.
Isto significava que, a partir de então, todo o comércio seria feito através dos Países Baixos do Sul, os quais, de acordo com a União de Arras (ou União de Utrecht) eram fiéis ao monarca Espanhol e professavam o Catolicismo Romano, contrastando com o norte holandês, protestante. Isto significava ainda que os holandeses acabavam de perder o seu mais lucrativo parceiro comercial e a sua mais importante fonte de financiamento da guerra contra Espanha. Adicionalmente eles perderiam o seu monopólio de distribuição na França, no Sacro Império Romano-Germânico e norte da Europa. A sua indústria de pescas do Mar do Norte e as actividades comerciais cerealíferas no Báltico não seriam simplesmente suficientes para manter a República.
A West-Indische Compagnie (WIC) seria fundada, em 1621, para assegurar o monopólio do comércio com as colônias ocidentais. Sua criação foi uma iniciativa de calvinistas flamengos e brabanteses que se haviam refugiado na República das Sete Províncias, para escapar à perseguição religiosa,
 1595 - Fechamento dos portos portugueses aos navios holandeses por ordem de Filipe II.
 1597 - A guerra Luso-Holandesa começa com um ataque a São Tomé e Príncipe.
 1603 - A nau portuguesa "Santa Catarina" foi capturada ao largo de Singapura pela recém criada Companhia das Índias Orientais (VOC). O feito gerou protestos internacionais e serviu de pretexto para contestar a política deMare Clausum, em defesa do Mare Liberum, o que daria sustentação ideológica para que os holandeses quebrassem vários monopólios comerciais para, em seguida, estabelecerem o seu próprio monopólio, mediante o uso da sua potência naval.
 1605 - Mercadores da VOC capturaram o forte português de Ambão nas ilhas Molucas. No ano seguinte investiram sobre Malaca, que resistiu a um cerco de quatro meses.
 1607 - Tentaram tomar Moçambique, sem sucesso.[3]
 1619 - A VOC conquista Jacarta, a que chamou Batávia, tornando-a a sua base no oriente. Nos vinte anos seguintes Goa e Batávia batalharam incessantemente entre si, como capitais dos rivais Estado Português da Índia e da VOC.
 1622 - Macau, várias vezes atacada, resistiu à tentativa de conquistar a cidade, após dois dias de combate, no que seria a maior derrota holandesa.[3]
 1624 - Uma força de 26 navios de uma nova companhia criada em 1621, a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, ou WIC, sob o comando do Almirante Jacob Willekens e de Piet Hein conquista a cidade de Salvador (Bahia), capital do Estado do Brasil. O Governador é capturado e o governo passa para as mãos de Johan van Dorth. A resistência portuguesa reorganiza-se a partir do Arraial do rio Vermelho, contendo os invasores no perímetro urbano de Salvador.
 1625 - A Coroa espanhola envia uma poderosa armada luso-espanhola de cinquenta e dois navios com doze mil homens, sob o comando de Fadrique de Toledo Osório, conhecida como Jornada dos Vassalos. Esta bloqueia o porto de Salvador, obtendo a rendição holandesa. Nesse ano Piet Hein tentou um ataque à Vila de Vitória, na Capitania do Espírito Santo, que foi frustrado pela iniciativa da jovem Maria Ortiz. Ruma então a Luanda, que ataca.
 1630 - A capitania de Pernambuco no Brasil é conquistada pela WIC, sob comando de Hendrick Lonck. O território ocupado é renomeado Nova Holanda, abrangendo sete das dezanove capitanias do Brasil à época. João Maurício de Nassau-Siegen foi nomeado Governador da colónia. No entanto, grande parte do Brasil permaneceu em mãos portuguesas, que foram uma constante ameaça ao domínio holandês.
 1638 - Os holandeses tomaram São Jorge da Mina na Guiné, iniciando os ataques nos postos comerciais da costa oeste africana, visando assegurar escravos para a produção de açúcar nos territórios conquistados no Brasil. [4]
 1640 - Uma armada luso-espanhola falhou o desembarque em Pernambuco, sendo destruída perto de Itamaracá. A guerra pelo Brasil recomeça. Entretanto os holandeses conquistam São Tomé e Príncipe e Luanda, em Angola, centros fornecedores de escravos.
 No mesmo ano começou a Guerra da Independência de Portugal, a União Ibérica termina[5] e D. João IV de Portugal ascende ao trono. O rei enviou embaixadores a França, Inglaterra e à República Holandesa, visando formar parcerias com estes países na luta contra Espanha.[6]
 1640 - Ceilão seria cercada pela VOC partir de 1640.
 1641 - A 12 de Junho foi firmado o primeiro Tratado de Haia, estabelecendo uma trégua de dez anos entre o Reino de Portugal e a República Holandesa. Foi um Tratado de Aliança Defensiva e Ofensiva entre ambas as partes. O tratado incluía a formação de uma frota conjunta destinada a atacar o Reino da Espanha. Na prática a trégua, originalmente firmada para todos os territórios de ambos impérios, limitou-se ao continente europeu, sendo ignorada por ambas as partes no resto do mundo:
 1641 - A 14 de Julho, após uma dura luta que durou cinco meses, Malaca foi conquistada pelos holandeses da VOC, no que foi o culminar da guerra e o maior golpe no império português do oriente, privando-o do importante controlo do estreito. [7]
 1641 - Em Agosto Luanda é cercada e tomada pela WIC.
 1642 - Os holandeses tomam o Axim, no actual Gana.[4]
 1645 - Eclode a Insurreição Pernambucana de luso-brasileiros descontentes com a administração da WIC. Entre 1648-1649 são travadas as Batalhas dos Guararapes, vencidas pelos luso-brasileiros no Estado de Pernambuco. A primeira batalha ocorreu em 19 de Abril de 1648, e a segunda em 19 de Fevereiro de 1649. As forças lideradas pelos senhores de engenho André Vidal de Negreiros e João Fernandes Vieira, pelo africano Henrique Dias e pelo indígena Felipe Camarão, terminam as invasões holandesas do Brasil.
 1648 - No Rio de Janeiro, Salvador Correia de Sá e Benevides prepara uma frota de 15 navios sob o pretexto de levar ajuda aos portugueses sitiados pelos guerreiros da Rainha Nzinga em Angola. Partiram do Rio de Janeiro a 12 de Maio e, através de contactos com padres Jesuítas, conseguiram reconquistar Luanda em 15 de Agosto. A campanha prolongou-se de 1648 a 1652, recuperando Angola e a ilha de São Tomé para os portugueses.
 1650 - Os holandeses tomaram o Cabo da Boa Esperança. Em 1652, Jan van Riebeeck, da VOC, instalou aí uma base de apoio à navegação que permitia aos holandeses navegar directo para oriente, fundando a Cidade do Cabo.
 1654 - Em 26 de Janeiro de 1654 é assinada a capitulação holandesa no Brasil, Capitulação do Campo do Taborda, no Recife, de onde partiram os últimos navios holandeses, que só provocaria efeitos plenos em 6 de Agosto de 1661, com o segundo Tratado de Haia.
 1658 - Os últimos portugueses abandonam Ceilão, perdida para os holandeses.
 1661 - É assinado o segundo Tratado de paz de Haia. Portugal aceitou as perdas na Ásia, comprometendo-se a pagar oito milhões de Florins, equivalente a sessenta e três toneladas de ouro, como compensação pelo reconhecimento da soberania portuguesa do Nordeste brasileiro, ex-Nova Holanda. Este valor foi pago em prestações, ao longo de quarenta anos e sob a ameaça de invasão da Marinha de Guerra. Neste ano Bombaim foi cedida à Inglaterra como dote do casamento entre a princesa Catarina de Bragança e Carlos II de Inglaterra.
 1662 - Cochim é tomada pelos holandeses quebrando o acordo assinado. Os Holandeses, temendo perder os territórios já conquistados, acabariam por selar definitivamente a paz em 1663

(Fonte Wikipidia)

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Palacete holandês em Cochim ( antiga feitoria portuguesa)

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Sinagoga judaica de Cochim aos moldes da Kahal Zur-Israel de Recife

Após essa dissertação sobre a guerra estabelecida em contexto global entre os holandeses (atacantes) e portugueses (defensores), gostaria de destacar os últimos dois conflitos em Ásia, ocorridos no Ceilão em 1658 e 1660 e posteriormente em Cochim na Índia em 1662.
Destes dois últimos conflito, podem ter participado, soldados, oficiais e comerciantes já expulsos do Brasil em 1654, pois muitos desses foram reintegrados as tropas regulares holandesas, inclusive navios de guerra em serviço no Brasil foram posteriormente usados em outros confrontos da guerra. Então quem sabe ( uma hipótese a se levantar) é que alguma das peças de ouro e prata cunhadas no Brasil holandês, possa ter seguido com esses militares e comerciantes para o Ceilão ocupado (nos fortes, entrepostos comerciais e em vilas portuguesas, tomados por holandeses) e também na própria cidade histórica de Cochim, local ocupado pelos holandeses por mais de um século e meio.

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Mapa de Cochim á época da invasão holandesa


Sobre Cochim:
Cochim é a maior cidade do estado de Kerala, na Índia, cerca de 220 km a norte da capital do estado, Thiruvananthapuram. Fez parte do Estado Português da Índia entre 1503 e 1663. Hoje pertence ao distrito de Ernakulam. É ainda a maior cidade da Índia que não tem mais de metade dos habitantes professando o Hinduísmo. É um dos principais portos na costa ocidental do país. Tem cerca de 600.000 habitantes.
“ em 1662 Cochim é tomada pelos holandeses quebrando o acordo assinado entre holandeses e portugueses na segunda paz de Haia. Os Holandeses, temendo perder os territórios já conquistados, acabariam por selar definitivamente a paz com por portugueses em 1663, mantendo esses territórios na Ásia sob sua ocupação”.

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Cochim português á época das décadas de 1630 e 1640

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Cochim á época da possessão holandesa 1660 - 1670

Sobre a ocupação holandesa do Ceilão português nessa mesma época, destaco esse elucidativo site: http://www.colonialvoyage.com/pt/asia/s ... ria_5.html


Bibliografia compilada:
BARENDSE, René, “Blockade: Goa and its Surroundings, 1638-1654”, in VEEN, Ernst van, BLUSSÉ, Leonard (eds), Rivalry and Conflict – European Traders and Asian Trading Networks in the 16th and 17th Centuries, Leiden, pp. 232-266. BOXER, C.R., Portuguese India in the Mid-Seventeenth Century, Oxford, 1980. MACLEOD, N. De Oost-Indische Compagnie als Zeemogenheid in Azië, 1602-1650, 2 vols, Rijswijk, 1927. MONTEIRO, Saturnino, Batalhas e Combates da Marinha Portuguesa, vols. IV-V, Lisbon, 1993-1994. SOUSA, Alfredo Botelho de, Subsídios para a história militar e marítima da Índia, 1585-1669, 4 vols, Lisbon, 1930-1956. SOUSA, Alfredo, Subsídios para a história das guerras da Restauração no mar e no além-mar, 2 vols., Lisbon, 1940.
Boxer, C.R. "The Portuguese Seaborne Empire 1415–1825", (1969) Hutchinson.
Anderson, James Maxwell "The History of Portugal". Greenwood Publishing Group.
Davies, Kenneth, "The North Atlantic World in the Seventeenth Century", (1974) University of Minnesota Press.
Cabral de Mello, Evaldo, O Negócio do Brasil - Portugal, os Países Baixos e o Nordeste 1641-1669. Rio de Janeiro: Topbooks, 1998.
Wiesebron, Marianne, Brazilië in de Nederlandse archieven/O Brasil em arquivos holandeses (1624-1654). Leiden: Universidade de Leiden, 2008.

Cordialmente,


"O sábio não é o homem que fornece as verdadeiras respostas, é quem faz as verdadeiras perguntas" - Strauss

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Zé Cardoso
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Re: Da guerra luso-batava e da ocupação de feitorias na Ásia

#2 Mensagem por Zé Cardoso » terça set 18, 2012 7:35 pm

Boa pesquisa, Sérgio. Bem elucidativo. Parabéns!!!

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MoedasdeMinas
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Re: Da guerra luso-batava e da ocupação de feitorias na Ásia

#3 Mensagem por MoedasdeMinas » terça set 18, 2012 7:37 pm

Imagem de moedas indianas da região do Cochim:
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Destaque para o conjunto de contramarcas de banqueiros sobre prata quadrada, lingotada e partida em tenazes, mesma técnica empregada pelos holandeses no nordeste do Brasil.
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Roger_Br
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Re: Da guerra luso-batava e da ocupação de feitorias na Ásia

#4 Mensagem por Roger_Br » quinta set 20, 2012 9:27 pm

Texto muito interessante, parabéns pela iniciativa, Sérgio.

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